CANAL SONY | Com Katy Perry, nova temporada de American Idol chega em março

Responsável por lançar carreiras grandes estrelas da música, como Kelly Clarkson, Jennifer Hudson, Carrie Underwood e Adam Lambert, o American Idol continua na busca pelos melhores e mais expressivos talentos em sua nova fase. A 17º temporada do reality estreia no Canal Sony dia 6 de março, quarta-feira, às 21h30.

Katy Perry, Luke Bryan e Lionel Richie retornam na bancada de jurados e Ryan Seacrest permanece como host.

Na nova edição, o cantor Skip Marley, neto de Bob Morley, assume um dos postos de mentor ao lado do radialista Bobby Bones, que reprisa sua função na temporada anterior. As audições do programa passaram por 20 cidades, entre elas Orlando, Flórida, San Diego e Califórnia.

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American Idol – 17º temporada

Classificação indicativa: 12 anos

#AmericanIdolNoSony

Quartas, às 21h30 – estreia dia 6 de março

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Saiu! A Parceria de Katy Perry e Zedd Finalmente Está Entre Nós, Com Direito a Clipe Bem Black Mirror!

Depois de ter vazado a versão demo há algumas semanas, a faixa 365, parceria de Zedd e Katy Perry, foi disponibilizada oficialmente na madrugada dessa quinta 14/02.

A faixa chegou acompanhada de um vídeo pra lá de futurista. A era Black Mirror chega para todas!

 

Confira 365;

 

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Kacey Musgraves e Childish Gambino São Os Grandes Vencedores da 61ª edição do Grammy

A cantora Kacey Musgraves e Childish Gambino, projeto musical do ator da série Atlanta Donald Glover, são os grandes vencedores da cerimonia que rolou no último domingo dia 10/02 com 4 prêmios cada. Kacey foi a grande premiada da noite levando na categoria principal de álbum do ano com seu aclamado Golden Hour.

Lady Gaga, Dua Lipa , Cardi B e a trilha sonora de Pantera Negra também saíram com seus gramafones na mão.

A cerimonia contou com homenagens a Aretha Franklin e Dolly Parton que subiu ao palco com Kacey, Katy Perry e Miley Cyrus para um medley de seus maiores sucessos.

Na categoria Rock, Chris Cornell e Gretta Van Fleet levaram os principais prêmios. No campo do Rap e Hip Hop vitorias de Drake e Kendrick Lamar.

Post Malone e Camila Cabello foram os que saíram de mãos abanando.

 

Confira os vencedores das principais categorias;

Álbum do ano: “Golden hour” – Kacey Musgraves

Gravação do ano: “This is America” – Childish Gambino

Melhor canção: “This is America” – Childish Gambino

Melhor artista novo: Dua Lipa

Melhor performance pop de duo ou grupo: Lady Gaga e Bradley Cooper – “Shallow”

Melhor Performance Solo de Pop: “Joanne (Where do you think you’re goin’?)” – Lady Gaga

Melhor Álbum Pop Vocal: “Sweetener” – Ariana Grande

Melhor disco de country: “Golden hour” – Kacey Musgraves

Melhor performance country solo: “Butterflies” — Kacey Musgraves

Melhor música country: “Space cowboy” – Kacey Musgraves

Melhor música de rap: “God’s plan” – Drake

Melhor performance rap/falada: “This is America” – Childish Gambino

Melhor disco de rap: “Invasion of privacy” – Cardi B

Melhor Performance de Rap: “King’s dead” – Kendrick Lamar, Jay Rock, Future e James Blake; “Bubblin” – Anderson Paak

Melhor disco de r&b: “Her” – H.E.R.

Melhor Álbum de Música Alternativa: “Colors” – Beck

Melhor Engenharia de Som de Álbum Não-Clássico: “Colors” – Beck

Melhor Clipe: “This is America” – Childish Gambino

Melhor Compilação de Trilha Sonora para Mídia Visual: “The greatest showman” – “O rei do show”

Melhor Trilha Sonora para Mídia Visual: “Pantera Negra” – Ludwig Goransson (compositor)

Melhor Canção Composta para Mídia Visual: “Shallow” – Lady Gaga, Mark Ronson, Anthony Rossomando e Andrew Wyatt

Melhor Gravação Dance: “Electricity” – SilkCity e Dua Lipa (com participação de Diplo)

Melhor Performance de Rock: “When bad does good” – Chris Cornell (prêmio póstumo)

Melhor Álbum de Rock: “From the fires” – Greta Van Fleet

Melhor Canção de Rock: “Masseduction” – St. Vincent (compositores: Jack Antonoff e Annie Clark)

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Robyn – Honey; A Bussola Pop Mais Calibrada do Que Nunca

Body Talk de 2010 foi um divisor de águas nessa década, foi o trabalho que deu projeção mundial a musicista sueca Robin Miriam Carlsson, ou simplesmente Robyn. No mercado desde os anos 90, foi com esse disco que a artista trouxe para o universo pop uma paleta de sons que deram o direcionamento de trabalhos de sucesso na primeira metade dos anos 2010. Produtores como Shellback, Max Martin entre outros midas da música comercial, assinando as produções de Lorde, Katy Perry, Ellie Goulding e Taylor Swift transferiram muito da genialidade desse disco que é um marco na música dance / pop.

Eis que oito anos depois a sueca lança seu aguardado mais novo trabalho, titulado Honey e apesar de inicialmente mais curto que Body Talk, traz uma nova visão e aproximação a sua arte. São nove faixas que rendem uma audição rica e cheia de detalhes a serem degustados.

O disco abre com Missing U, uma delicada faixa que lembra um pouco de seus trabalhos anteriores, porém traz uma Robyn mais madura e mais sensível.  A faixa fala de um amor que se foi e toda a sorte de tentativas de análises sobre o que representou esses sentimentos para ambos. Já aqui temos o fio condutor de todo o trabalho que é a mais pura melancolia e quem melhor que Robyn para nos fazer dançar e chorar ao mesmo tempo e de forma maravilhosa?

A jovem Zhala divide com Robyn a faixa Human Being, um soft dance com uma pitada deliciosa de Prince. Afinal, nada melhor que celebrar a humanidade do que dançando.

Robyn evoca uma moderna disco com uma pegada Funk com toques orientais em Because It’s Music, que surpreendentemente nos leva aos anos 90 como num sonho lúdico.  A produção é um primor, assumem com a artista os suecos Klas Anlund que já trabalhou com Katy Perry em Prism e Joseph Mount.

Baby Forgive Me e Send To Robin Immediately são duas canções que se fundem e tem um fio logico tanto musicalmente quanto narrativamente. A transição lírica e em quesito de construção sonora é um dos pontos altos do disco.

Honey que dá titulo ao trabalho foi oferecida a Lena Dunham, escritora e uma das protagonistas do seriado Girls da HBO, como um pedido da própria Lena depois de ter inserido Dancing on My Own de Robyn em um dos episódios da série. Honey na época não estava finalizada, mas como um sinal de agradecimento a artista, que é grande fã da série, decidiu finalizar mais rapidamente e mandar para ser inserida na temporada final de Girls.

A música tem uma conotação sexual delicada e quebra um pouco do ar lamentoso das faixas anteriores com um pop mais solar.

Um lounge eletro tropical do fim dos anos 90 é o que é servido em Between The Lines, o clima de flerte avança com as batidas luxuosas da faixa.

Em Beach2k20 o clima de veraneio high tech cheio de sintetizadores traz a paixão da artista pelo samba. Claro que aqui o samba não seria cheio de texturas orgânicas como conhecemos e sim com uma desconstrução calcada na tecnologia e no entendimento de estruturas sonoras que dão aquele ar incrível de vintage futurista. Um laboratório sonoro completo e feito para ser apreciado.

Ever Again encerra a obra da forma que deveria ser encerrada, fazendo uma reflexão entre o que transcorreu ao longo do trabalho e o que o futuro aguarda.

A produção faz as pontes entre o inicio o meio e o fim de Honey funcionando como um perfeito ato de encerramento, mas que deixa aquela vontade de voltar ao inicio e começar a jornada novamente.

Robyn não se deixou intimidar pelo trabalho que tinha a frente, deixou de lado as firulas que a indústria da música faz com quem de repente, se vê como um dos guias das novas gerações de artistas. Algo inverso aconteceu com Sia, que desde que se tomou conhecimento de seu trabalho avassalador e rico, tem sido sugada ano após ano pela indústria. Robyn continuou trabalhando com o coração ao que construiu com suas mãos e com quase uma década de diferença de um disco para outro, algo que a Sade faz muito bem, conseguimos perceber que o amadurecimento foi avassalador e como um bom vinho a sueca continua num caminho de boa maturação trazendo sabores cada vez mais impares.  Segundo as palavras da própria; “Now I can see life the curve of life happening in a certain way. But because of that, I feel much freer as a person. // Agora eu posso ver a curva da vida acontecendo de uma certa forma. Mas por causa disso eu me sinto muito mais livre como pessoa.”

Nota; 10/10

Para Ouvir;

Missing U

Because It’s Music

Send To Robin Immediately

Honey

Beach2k20

Ever Again

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O Que Esperar da Música em 2018?

Depois da ressaca de ano novo vem a pergunta; o que esperar de 2018 na musica?

Voltando no tempo podemos constatar que os oitavos anos das décadas são extremamente promissores criativamente e muito do que se produziu teve impacto massivo na década seguinte.
Vamos pegar produções de 1998 e 2008 como exemplo.

Em 98 tivemos;

O lançamento do Smash Hit …Baby One More Time da até então ex clube do Mickey, Britney Spears, que abriu um nicho sem precedentes de cantoras Teen e ali era só o começo.

Depois de 50 anos de carreira Cher lançaria aquele que seria o seu maior sucesso na historia, popularizando um recurso que seria usado a exaustão na próxima década; o Autotune ou efeito Cher na época. A canção Believe que explodiria mundialmente no ano seguinte foi lançada em 1998 e o resto é historia.

Falando em lendas, Madonna muito antes de Dua Lipa, ditava as novas regras da indústria, com seu eletrônico deliciosamente dançante e introspectivo; Ray Of Light, vencedor de 4 grammys em 1999, lançado em março de 1998. O disco mudou a forma de se fazer musica pop e abriu espaço para o famigerado conceitual.

Dentre as dezenas de gilrbands a se lançarem comercialmente embaladas pelo sucesso das Spice Girls, um grupo de três garotas no melhor estilo TLC começava a chamar atenção, eram nada mais que as Destiny Child onde a novata Beyoncé Knowles lider do grupo, já se destacava.

Falando em poder feminino, Lauryn Hill reinventaria a roda com o seu aclamadíssimo The Miseducation of Lauryn Hill, que revolucionou o R&B no final da década e influenciaria mais tarde desde Rihanna até Amy Winehouse e Adele.

No campo do Rock n Roll, ainda no auge do estilo alternativo, o Kiss retornaria com a formação original e com a maquiagem marca do grupo, depois de anos e o Aerosmith lançaria seu smash hit, I Don’t Want to Miss A Thing que dominou o planeta.

E não só de dinossauros vivia o Rock, o Queens of Stone Age debutava com o seu disco auto intitulado e uma banda do Arkansas, que explodiria na década seguinte vendendo milhões de cópias de seus discos, lançava seu tímido primeiro EP, o Evanescence.

Se 1998 foi um ano agitado para música 2008 não ficou atrás.
Há dez anos era lançado a plataforma de Streaming mais popular da atualidade, o Spotify.
Rihanna se consolidava como diva pop com seu disco Girl Gone Bad Reloaded, Katy Perry debutava seu single I Kissed The Girl e uma garota excêntrica de Nova Iorque lançava seu primeiro trabalho, The Fame que dominaria o mundo no ano seguinte; Lady Gaga.
Nem só de lançamento viveu 2008, Madonna daria inicio a sua turnê Stick & Sweet que se tornaria a maior turnê feminina solo da história, recorde que permanece até hoje e Beyoncé ja em carreira solo conquistaria o topo dos Charts e das festas com seu Single Ladies (Put a Ring on It).
Em 2008 Amy Winehouse era aclamada no Grammy e Taylor Swift lançava Fearless, seu maior sucesso comercial que venceria o Álbum do Ano em 2010, fazendo a cantora ser a mais jovem a vencer o premio máximo da indústria.

Com irmãos tão bem sucedidos, fica difícil para 2018 não sentir a pressão de seus predecessores que marcaram a história da música. Lançamentos de peso para todos os gostos teremos aos montes, já que voltam; Justin Timberlake, Ariana Grande,1975, Avril Lavigne, Camila Cabello, Franz Ferdinand, Artic Monkeys, Madonna, Bastille, Interpol, Jack White, Kylie Minogue, Ozzy Osbourne, Muse, Selena Gomez, Frank Ocean entre outros.

No Brasil Pablo Vittar já está em processo de produção de seu novo disco e Anitta deve lançar algo impactante ainda no primeiro semestre, do mais teremos ainda o Sertanejo Universitário e o Funk dominando as paradas. Não desmerecendo a geração atual, longe de mim adoro aliás, mas que da saudade o Brasil de 1988 com Ideologia do Cazuza, primeiro disco da Marisa Monte, além da alegria das festas infantis Xou da Xuxa 3 e vou de táxi da Angélica, isso dá.

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The X Factor estreia neste domingo no Canal Sony

O reality musical mais famoso do Reino Unido e do mundo está de volta ao Canal Sony no dia 28 de agosto, domingo, às 21h55. Em sua 11ª temporada, a versão original de The X Factor contará com um quarteto de jurados poderoso. Estão de volta à bancada a cantora Nicole Scherzinger, os veteranos Sharon Osbourne e Louis Walsh, além de Simon Cowell, criador do formato. Pela primeira vez na história do programa, todos os jurados já venceram ao menos uma temporada – o que promete deixar essa ainda mais emocionante e disputada. Além disso, após um ano longe, o apresentador Dermot O’Leary também reassume seu posto no comando da competição.

O sonho dos candidatos ao prêmio do The X Factor começa já na etapa de audições. Para garantir a participação no Bootcamp e passar para o temido Six Chair Challenge, eles precisam impressionar a bancada e mostrar todo o seu potencial. Nas apresentações nas casas dos jurados, penúltima etapa do programa, os mentores escolhem os melhores talentos de cada categoria, que seguem na competição e se apresentam em grandiosos shows ao vivo. Nessa fase final doreality, as eliminações ocorrem semanalmente, por meio da votação do público, até a definição do grande vencedor da temporada.

 

 

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