Iggy Azelea – Survive The Summer; A Vontade Prevalece e o Caminho de Volta ao Mainstream é Tortuoso

The New Classic em 2014 colocou Iggy Azelea no mapa da musica pop, com um recheio cheio de hits como BlackWidow, Work e aquele que foi um dos expoentes da boa safra musical daquele ano; Fancy com participação da Charli XCX, atualmente em turnê com a superestrela Taylor Swift.

Desde então Iggy tem travado uma batalha homérica com sua gravadora, marcando e desmarcando uma duzia de vezes a data de lançamento de seu novo trabalho, até então titulado Digital Distorcion. Após o lançamentos de alguns singles que foram recebidos de forma morna pelo publico, a Universal Music enterrou de vez a possibilidade de lançamento do trabalho, deixando a australiana a ver navios.

Talvez tenha sido uma boa ideia esse tempo na geladeira, já que os singles não faziam jus ao potencial radiofônico esperado da artista, e nesse hiato vislumbramos o recém lançado EP Survive The Summer.

Iggy aqui parece reencontrar sua veia criativa que a consagrou no trabalho de 2014. Em um 2018 com tantos artistas fazendo as pazes consigo mesmo, ela pode se orgulhar do que entregou no curto mas completo EP.

Survive The Summer, faixa homônima a obra abre a tracklist já tocando na ferida do feudo entre Iggy e a gravadora; “ Se eu não gostar eu mudo, gravadora vacilando, então eu mudo, Qual? Qual? Traga a grana e está feito’’. Além claro da critica a seus algozes que a artista não duraria além do verão.

Tokyo Snow Trip é uma musica cheia de analogias ao consumo de cocaína. A artista porém atribui esse consumo a outra pessoa, que parece exagerar nas doses.

Kream parceria com Tyga traz mais uma vez a acidez e azedume ao falar de excessos, aqui sobre a necessidade incasavel de dinheiro das pessoas por trás de Iggy “Cash runs everything around me / O dinheiro controla tudo ao meu redor”

As faixas a seguir Hey Iggy e Kawasaki, essa ultima com a melhor produção do disco, seguem com a tematica de empoderamento financeiro e nesse ponto o disco perde um pouco o brilho e se torna uma repetição de ostentação sem fim, intercaladas de auto afirmações relacionadas a poder e dinheiro. Se tratando de rap contemporaneo, é um prato cheio.

OMG com Wiz Khlifa fecha o EP e deixa no um gosto de requentado nos nossos ouvidos.

O cenário musical mudou drasticamente de 2014 até 2018 e Iggy de certa forma conseguiu trazer um certo frescor ao seu trabalho, apostando numa atmosfera dark e buscando em meio disso expressar seu descontentamento com os últimos acontecimentos na sua vida profissional.

Como disco, Survive The Summer é reduntante lirica e musicalmente, sempre nos levando ao mesmo lugar, mesmo para um EP. Como retomada do sentido criativo soma pontos, como objeto de posteriores lembranças fica aquém do que a australiana pode entregar.

Nota 6/10

Para Ouvir;

Survive The Summer

Kream

Kawasaki

 

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The Carters – Everything is Love; Por Dentro da Vida do Casal Mais Bem-Sucedido do Showbiz

O que se passava dentro do elevador de um uns hotéis mais luxuosos de Nova Iorque em 2014, quando Solange Knowles agrediu Jay Z, ninguém fora do círculo íntimo dos Knowles / Carters sabe, mas outros detalhes do casal Carter, formado pela superestrela Beyoncé e a lenda do rap Jay-Z, podem ser conferidos no novo trabalho titulado EVERYTHING IS LOVE, lançado de surpresa no último fim de semana.

Os dois estão em turnê conjunta, a On the Run 2, porém como nos primeiros shows nenhuma música nova foi posta na setlist, os rumores de um novo disco amornaram, até o mundo ser tomado de assalto com o novo trabalho.

Como uma revista de fofocas o disco funciona como um tabloide, explorando as crises e acima de tudo a vida de opulência e sofisticação em que vivem. Tudo aqui é milimetricamente colocado para expor, mas não muito, os bastidores de uma vida a dois protagonizada por figuras tão sempre no centro da indústria musical.

Musicalmente não há grandes novidades que diferenciem o novo trabalho aos anteriores, o disco soa até uníssono, mas muito bem produzido e milimetricamente no lugar.

O disco abre com a elegante SUMMER, uma faixa absolutamente romântica, que traz uma luz sobre as inseguranças e acima de tudo força do casal, o amor aqui é o tema central.

APESHIT é uma composição forte cheia de alfinetadas para toda a sociedade, é o primeiro single do trabalho.

Beyoncé está furiosa e imparável em NICE, ápice do trabalho e da indignação social.

HEARD ABOUT US é um gotoso jam oitentista que lembra os bons tempos do hip hop daquela década. Enquanto BLACK EFFECT lembra bastante o trabalho de Beyoncé no álbum homônimo de 2013, emulando também um pouco da deusa Mary J Blidge nos vocais.

E o curto disco é encerrado com LOVEHAPPY, nada mais justo do que terminar uma obra que começou falando de amor, com mais amor. A faixa lembra os tempos áureos da motown records.

Como uma vitrine do casal Bey e Jay, EVERYTHING IS LOVE, em caixa alta, os títulos das músicas inclusive, os dois são expostos ao resto do mundo, que anseia mais detalhes da intimidade dos dois artistas. Porém aqui, não espere detalhes reveladores, ou mesmo sonoridades revolucionarias. Tudo tem um gosto de Deja Vu, funcionaria como um prologo de 4:44 de Jay Z e Lemonade de Beyoncé. Uma bem sacada trilogia, que irá render ainda alguns meses de buzz nas redes sociais e delírio nos fãs.

Nota 7/10

Para ouvir;

SUMMER

APESHIT

NICE

HEARD ABOUT US

LOVEHAPPY

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Janelle Monáe – Dirty Computer; Quente, Úmido e Cheio de Fantasias

Janelle sempre foi adepta dos ditos ‘álbuns conceito’, seja com seu ótimo álbum de estreia o The ArchAndroid de 2010 ou o roqueiro cheio de soul The Eletric Lady de 2013, a moça sempre passeou bem por bases e experimentações das mais diversas, fazendo um mix de voz e influências de encher os ouvidos.

Em Dirty Computer, seu mais recente trabalho, Monáe chega ao ápice dessas boas influências, colocando dance, hip hop, pop, rock, eletrônico e Prince numa atmosfera épica e religiosa, para executar uma crestomatia á sexualidade e a feminilidade.

A metálica Dirty Computer abre os trabalhos, já dando o tom noturno da obra e pincelando por cima o que vem por aí.

Crazy, Classic, Life traz forte os teclados, baterias e sintetizadores oitentistas e consagrados nessa geração que tem adoração por essa década.

Take a Byte tem um swing gostoso e uma deliciosamente atrevida letra, cheia de indiretas sexuais escondidas em analogias ao mundo cibernético.

Screwed traz um pouco de pop rock a mistura, com um refrão chiclete de primeira. Se fosse lançada em 87 seria um clássico instantâneo.

Django Jane deixa o tom um pouco mais serio e politizado com o disco abraçando o rap e o hip hop. A faixa aqui funciona como um belo manifesto a liberdade feminina.

Pynk se distancia um pouco do clima estabelecido no disco até aqui, trazendo uma linguagem mais radiofônica e nem por isso menos interessante.

O que acontece quando um artista quer homenagear seu ídolo colocando toda sua criatividade, calor, suor e talento para fora, numa faixa visceral e extraordinária?

O resultado pode ser ilustrado com Make Me Feel, uma homenagem a altura do imortal Prince. Seja pela letra extremamente sexy, pelos falsetes bem colocados ou pela produção que valoriza aquela guitarra safada e cheia de tesão, marca registrada do gênio.

I Got The Juice é uma faixa produzida e em parceria com Pharrel Williams, que acaba tomando muito para si o trabalho, e a deixando como uma das mais genéricas e menos interessantes da obra.

A sexy I Like That traz a sonoridade para os campos do hip hop e R&B novamente, seguida pela arrastada Don’t Judge Me.

So Afraid é uma boa balada confessional que vai dando o tom de despedida do disco, como uma reflexão no taxi após uma festa inebriante. As guitarras distorcidas e os coros dão um ar religioso a faixa. Coro aliás que inicia a última música do disco; Americans.

Seguindo a linha religiosa, a canção é uma crítica ao atual cenário político e social dos Estados Unidos.

“I like my woman in the kitchen, I teach my children superstitions, I keep my two guns on my blue nightstand. A pretty young thang, she can wash my clothes, But she’ll never ever wear my pants.” / “Eu gosto da minha mulher na cozinha, eu ensino superstições aos meus filhos, eu mantenho minhas duas armas na minha mesa de cabeceira azul. Uma mulher bem jovem, ela pode lavar minhas roupas, mas ela nunca vai usar minhas calças.”

Americans fecha muito bem o conceito político do álbum e amarra bem o conjunto da obra.

Janelle conseguiu entregar com dignidade o melhor trabalho de sua carreira até aqui, se mantendo fiel a sua estética sonora e sem medo de experimentar e ir além no seu desejo de se aperfeiçoar como artista. Ao mesmo tempo Dirty Computer é pop e de excelente digestão, sem necessariamente soar descartável e piegas. O último disco pop a oferecer essa dinâmica de conceito, referencias, pop e sem ser posto como um mero produto do mercado foi o Ray Of Light de Madonna de 1998.

Janelle não é uma nova Madonna, nem uma nova Tina Turner ou mesmo um novo Prince e agradecemos aos deuses da música por ela ser apenas Janelle.

 

 

Nota 9/10  

Para ouvir;

Crazy, Classic, Life

Take a Byte

Screwed feat. Zoe Kravitz

Make Me Feel

So Afraid

Americans

 

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Christina Aguilera – Accelarate; O Grandioso Retorno da Super Estrela do Pop

Christina Aguilera ou Xtina para os íntimos, não lança material inédito desde as sucessões de fracassos comerciais em 2010 com Bionic e em 2012 com Lotus. Jurada de varias temporadas de sucesso do The Voice, o furacão dos anos 2000 está de volta com material inédito.

A faixa intitulada Accelarate com participação de Ty Dolla $ign e 2 Chainz, bebe claramente das influências do hip hop moderno, trazendo uma sonoridade pop urban que flerta com o tribal industrial a lá trilha sonora do Pantera Negra, resenhada aqui.

 

 

A loira ainda não divulgou nome e data de lançamento do novo disco que deve chegar as lojas ainda esse ano.

A música chega com um vídeo clipe provocante, misturando imagens em preto e branco, distorcidas, com imagens neon.

No geral é um grande retorno para a dita voz da geração dos anos 2000, além de  atualizar seu som e imagem para os já visíveis anos 20 desse século. Vamos aguardar mais novidades

Confira o vídeo para Accelerate;

 

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Cardi B – Invasion of Privacy; O Decente Debut de Uma Estrela em Ascenção

Cardi B, nome artístico da nova iorquina Belcalis Almanzar, estourou no final do ano passado com o mega hit Bodak Yellow e desde então a expectativa pelo primeiro disco da garota foi crescendo até o lançamento de Invasion of Privacy seu debut oficial.

Como um bom disco de rap / hip hop, as colaborações não poderiam ficar de fora e a lista de estrelas é grande; Migos, Chance The Rapper, Bad Bunny, J Bavin, Kehlani, 21 Savage, YG e a jovem SZA fechando a lista.

Mesmo com um elenco de apoio de peso, sozinha é onde Cardi brilha mais, mostrando que a garota tem as habilidades necessárias de uma superstar e muitas vezes essas colaborações soam desnecessárias e sem proposito como veremos a frente.

O disco começa com a ótima Get Up 10 que põe o ouvinte já nos primeiros versos no universo de Cardi. A letra fala do inicio complicado da carreira e das pedras que a garota teve que tirar do caminho para enfim alcançar o sucesso, tema já manjado, porém aqui tem um certo frescor pela veracidade que Belcalis passa aos ouvintes.

Drip com participação do Migos, tem apenas 4:22 minutos de duração, porém tem um estranho efeito de parecer infinita e nesse caso não seria por ser boa demais.

A faixa funcionaria melhor se fosse uma música do Migos no álbum deles com a participação da Cardi B e não ao contrário. A garota some na música que fica entregue ao Trio que também não sabe onde nos levar. Péssima escolha para ser uma faixa 2.

O disco retoma na faixa 3, aqui com Cardi sozinha e deliciosamente a vontade com Bickenhead, é de fazer passinho gangsta da sala ou na balada. (Alguém ainda usa o termo passinho? Rs).

Bodak Yellow vem em seguida para manter o ritmo quente e na sequência a ótima Be Careful que tem uma pegada bem cosmopolita com a mistura precisa de vários elementos, os latinos inclusos, com alguns palavrões falados em espanhol. Mais uma faixa em que Cardi se garante sozinha.

Chance The Rapper vem para colaborar em Best Life, onde ele dá seu recado sem se sobressair a sua anfitriã.

O combo I Like It com Bad Bunny e o hitmaker latino J. Bavin e a sensível Ring com Kehlani vem formar o trecho radiofônico do álbum; músicas para tocar no FM verão afora.

Thru Your Phone trás uma Cardi B mesclando o rap com um vocal pop cantado pela própria, mostrando que ela tem uma voz boa para o gênero e que se precisar se apoiar nele em algum ponto da carreira, o fará muito bem. A faixa tem coesão com o resto do material, sem perder seu diferencial.

I Do, parceria com SZA fecha o trabalho com decência.

No geral Invasion of Privacy, apesar de fazer parecer que daremos uma olhada na vida privada da rapper, não cumpre essa função, a ostentação se sobressai ao que de fato deve ser a mente e o coração de Belcalis. Porém serve para entreter e animar algumas boas festas.

O excesso de colaborações também prejudica um pouco aqui, já que Cardi ainda não desenvolveu aquele fator de superestrela que consegue brilhar mesmo em meio ao sol do meio dia, mas ela terá tempo para isso, sua carreira está apenas começando.

 

 

Nota 7/10

Para ouvir;

Get Up 10

Bickenhead

Bodak Yellow

Be Careful

Thru Your Phone

 

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The Weeknd – My Dear Melancholy, ; Abel Rasga Seu Coração e o Resultado é Visceral

Abel Tesfaye é o homem por trás do fenômeno The Weeknd que tomou o mundo da música com sua voz e produções impecáveis no meio dessa década.

Em My Dear Melancholy, novo EP do canadense, sentimos que a persona The Weeknd fica um pouco de lado, dando lugar as magoas de seu criador Abel.

O disco conta com seis faixas que trazem as confissões lisérgicas de um homem diante a uma decepção amorosa que o deixou em frangalhos. Não é novidade para ninguém que o objeto desse coração partido se materializa na forma da cantora e atriz Selena Gomez, os dois tiveram recentemente uma relação amorosa de fim conturbado, com Selena voltado com seu ex namorado o também pop star canadense Justin Bieber.

Dessa premissa já poderíamos esperar muito material criativo para o musico trabalhar em sua nova obra, porém aqui não é só dor de cotovelo que se presencia, há nuances e texturas que quase fazem nos sentir cada aresta nos versos e melodias, magistralmente compostas, para nos imergir nesse mundo obscuro e sentido em que o artista está vivendo.

 

My Dear Melancholy, como sugere o titulo do trabalho, é como um diário de magoas onde podemos vislumbrar a mente e o coração desse homem.

O trabalho começa com Call My Name, uma balada forte que conta com uma produção impecável porém o destaque aqui é a letra amargurada que expõe todo o drama de uma relação onde segundo Abel ele quase deu um pedaço de si pela vida de sua amada, em clara alusão ao transplante de rim sofrido por Selena, que sofre de Lúpus, pesado.

Em Try Me o cantor tenta lutar pelo seu amor, deixando claro que mesmo a garota estando em um outro relacionamento ela parece balançar ainda por ele.

O disco tem produção de The Weeknd e Frank Dukes, com grande inspiração nas obras de Michael Jackson.

My Dear Melancholy, é um trabalho interessante sem dúvidas, porém serve mais como um desabafo criativo do que uma obra comercial. A impressão que fica é que Abel decidiu explanar suas dores agora para em um trabalho futuro ressurgir mais solar e pronto para encher as paradas de hits que é o que ele sabe fazer melhor

 

Nota 7/10

 

Para ouvir;

Call Out My Name

Wasted Time

Hurt You feat Gesaffelstein

 

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Azealia Banks – Anna Wintour; Eurodance Anos 90 Para se Acabar de Dançar

Azealia Banks é considerada uma das rappers mais polemicas da atualidade, a moça não mede as palavras e já se envolveu em várias tretas nas mídias sociais, porém dentro dos ringues da música a inglesa é uma força da natureza.

Seu novo single, titulado Anna Wintour, lançado nessa sexta 06/04, prova que o talento de Banks para fazer música é nato.

Com produção de Junior Sanchez, a faixa decola já nos primeiros segundos com uma batida dance anos noventa suculenta, evocando os tempos de ouro do estilo que dominou as pistas de dança há quase 30 anos atrás.

 

O ponto alto do trabalho vem do rap exclamado ao megafone por Azealia, de arrepiar e cantar junto.

A letra é um deleite, trazendo a protagonista ciente de seu poder fogo e fazendo da pista de dança um campo de batalha entre a luz e a escuridão. Empoderamento poético e devastador.

A faixa fará parte de seu novo disco Fantesea II, em produção.

 

Confira o divertido Lyric Video inspirado na animação Josie e as Gatinhas dos anos 80;

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Black Eyed Peas – STREET LIVIN’ ; O Velho Black Eyed Peas Nunca Soou Tão Novo

O Black Eyed Peas da década passada se preocupava com duas coisas; colocar todo mundo para dançar e se divertir. Isso não impedia a banda de tocar em assuntos necessários e pertinentes à época, como em Where Is The Love?, a música que a colocou no cenário pop mundial. A banda do início dos anos 2010 tinha perdido sua ginga e malicia típicas e ido para um caminho repetitivo e entediante, soando forçado na onda do EDM.

EDM esse que foi um manjar dos deuses na era do disco The End e que amargou no repetitivo trabalho seguinte The Beginning.

É interessante vislumbrar uma banda dos anos 90 que fazia música com a realidade que vivia, voltar quase 30 anos depois em plena era Kendrick Lamar que poetiza tão bem um soco na cara do racismo e conseguir fazer isso tão bem quanto, nos levar a aqueles anos de protestos pela igualdade racial que balançaram a Califórnia no início de 1992.

O lançamento STREET LIVIN’ nos leva a essa atmosfera das ruas dos anos 90 onde o hip hop fundamentava as bases que o faria o maior estilo musical dos dias de hoje.

Sem o charme e a voz poderosa de Fergie, esse Black Eyed Peas de volta as origens, é deliciosamente forte para se sustentar sem firulas, fazendo um som honesto e extremamente eficaz.

STREET LIVIN’ é o melhor lançamento desse início de ano, e um ótimo preview do que a banda prepara para 2018. Sem alardes e grandes anúncios o BEP mostrou que está mais vivo do que nunca e acima de tudo sabe impor respeito.

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Empire | Veja comercial da 3ª temporada

A terceira temporada de Empire ganhou um novo comercial, mostrando um pouco mais do que acontecerá nessa nova fase da série.

A produção relata a história dos bastidores do hip-hop. O drama musical é dirigido pelo cineasta Lee Daniels.

 

Confira: 

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