Saiu! A Parceria de Katy Perry e Zedd Finalmente Está Entre Nós, Com Direito a Clipe Bem Black Mirror!

Depois de ter vazado a versão demo há algumas semanas, a faixa 365, parceria de Zedd e Katy Perry, foi disponibilizada oficialmente na madrugada dessa quinta 14/02.

A faixa chegou acompanhada de um vídeo pra lá de futurista. A era Black Mirror chega para todas!

 

Confira 365;

 

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Robyn – Honey; A Bussola Pop Mais Calibrada do Que Nunca

Body Talk de 2010 foi um divisor de águas nessa década, foi o trabalho que deu projeção mundial a musicista sueca Robin Miriam Carlsson, ou simplesmente Robyn. No mercado desde os anos 90, foi com esse disco que a artista trouxe para o universo pop uma paleta de sons que deram o direcionamento de trabalhos de sucesso na primeira metade dos anos 2010. Produtores como Shellback, Max Martin entre outros midas da música comercial, assinando as produções de Lorde, Katy Perry, Ellie Goulding e Taylor Swift transferiram muito da genialidade desse disco que é um marco na música dance / pop.

Eis que oito anos depois a sueca lança seu aguardado mais novo trabalho, titulado Honey e apesar de inicialmente mais curto que Body Talk, traz uma nova visão e aproximação a sua arte. São nove faixas que rendem uma audição rica e cheia de detalhes a serem degustados.

O disco abre com Missing U, uma delicada faixa que lembra um pouco de seus trabalhos anteriores, porém traz uma Robyn mais madura e mais sensível.  A faixa fala de um amor que se foi e toda a sorte de tentativas de análises sobre o que representou esses sentimentos para ambos. Já aqui temos o fio condutor de todo o trabalho que é a mais pura melancolia e quem melhor que Robyn para nos fazer dançar e chorar ao mesmo tempo e de forma maravilhosa?

A jovem Zhala divide com Robyn a faixa Human Being, um soft dance com uma pitada deliciosa de Prince. Afinal, nada melhor que celebrar a humanidade do que dançando.

Robyn evoca uma moderna disco com uma pegada Funk com toques orientais em Because It’s Music, que surpreendentemente nos leva aos anos 90 como num sonho lúdico.  A produção é um primor, assumem com a artista os suecos Klas Anlund que já trabalhou com Katy Perry em Prism e Joseph Mount.

Baby Forgive Me e Send To Robin Immediately são duas canções que se fundem e tem um fio logico tanto musicalmente quanto narrativamente. A transição lírica e em quesito de construção sonora é um dos pontos altos do disco.

Honey que dá titulo ao trabalho foi oferecida a Lena Dunham, escritora e uma das protagonistas do seriado Girls da HBO, como um pedido da própria Lena depois de ter inserido Dancing on My Own de Robyn em um dos episódios da série. Honey na época não estava finalizada, mas como um sinal de agradecimento a artista, que é grande fã da série, decidiu finalizar mais rapidamente e mandar para ser inserida na temporada final de Girls.

A música tem uma conotação sexual delicada e quebra um pouco do ar lamentoso das faixas anteriores com um pop mais solar.

Um lounge eletro tropical do fim dos anos 90 é o que é servido em Between The Lines, o clima de flerte avança com as batidas luxuosas da faixa.

Em Beach2k20 o clima de veraneio high tech cheio de sintetizadores traz a paixão da artista pelo samba. Claro que aqui o samba não seria cheio de texturas orgânicas como conhecemos e sim com uma desconstrução calcada na tecnologia e no entendimento de estruturas sonoras que dão aquele ar incrível de vintage futurista. Um laboratório sonoro completo e feito para ser apreciado.

Ever Again encerra a obra da forma que deveria ser encerrada, fazendo uma reflexão entre o que transcorreu ao longo do trabalho e o que o futuro aguarda.

A produção faz as pontes entre o inicio o meio e o fim de Honey funcionando como um perfeito ato de encerramento, mas que deixa aquela vontade de voltar ao inicio e começar a jornada novamente.

Robyn não se deixou intimidar pelo trabalho que tinha a frente, deixou de lado as firulas que a indústria da música faz com quem de repente, se vê como um dos guias das novas gerações de artistas. Algo inverso aconteceu com Sia, que desde que se tomou conhecimento de seu trabalho avassalador e rico, tem sido sugada ano após ano pela indústria. Robyn continuou trabalhando com o coração ao que construiu com suas mãos e com quase uma década de diferença de um disco para outro, algo que a Sade faz muito bem, conseguimos perceber que o amadurecimento foi avassalador e como um bom vinho a sueca continua num caminho de boa maturação trazendo sabores cada vez mais impares.  Segundo as palavras da própria; “Now I can see life the curve of life happening in a certain way. But because of that, I feel much freer as a person. // Agora eu posso ver a curva da vida acontecendo de uma certa forma. Mas por causa disso eu me sinto muito mais livre como pessoa.”

Nota; 10/10

Para Ouvir;

Missing U

Because It’s Music

Send To Robin Immediately

Honey

Beach2k20

Ever Again

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Pabllo Vittar – Não Para Não; Na Pressa, Pabllo Atropela quem Estiver na Frente, Inclusive sua Música

Na onda que surgiu em meados de 2015 e 2016, da exaltação das Drags Queens internacionais oriundas de RuPauls Drag Race, que lotavam as casas noturnas Brasil a fora com seus espetáculos musicais autorias. Uma leva de artistas LGBT’s começaram a despontar no cenário nacional e a maior expoente dessa leva, que tomou de assalto todos os meios midiáticos, é sem dúvida Pabllo Vittar. Inegável o impacto de Pabllo Vittar no cenário da música pop dessa década, tanto no Brasil como fora dele, sendo apadrinhada por nomes como Diplo do Major Lazer e Charli XCX.

E em meio a tanto Hype, Pabllo lança seu mais novo trabalho; Não Para Não. Se trata absolutamente de um disco brasileiro feito aos moldes do que se tem produzido nos inferninhos ao redor do país. O disco acerta em utilizar uma linguagem que transita bem entre diversos públicos, e para isso utiliza produções que vão do Funk ao brega, passando pelo Axé.

As colaborações também são um ponto forte nessa empreitada de abraçar o mundo e agradar todo o tipo ouvintes. A diversidade e a identidade com ritmos populares, principalmente do norte do país é o que mais se tem de interessante no trabalho, porém o lírico carece de sustância para fazer o disco parar em pé.

Com composições simples, as músicas se tornam risórias pelos motivos errados, a pobreza na construção das letras faz um poeta iniciante soar mais como um Pablo, Neruda do que Vittar.

Com mais tempo de bagagem e muito mais verba que em seu trabalho anterior, era de se esperar mais capricho nesse álbum, mas tudo parece ter sido feito às pressas, numa ânsia que tudo se acabe logo. Nenhuma música do curto disco, são dez faixas, passa dos três minutos.

Nunca se exigiu muito conteúdo em músicas feitas para rebolar e se jogar nas festas, porem para uma artista que quer se levar a sério e tem tomado para si as rédeas do pop nacional, era esperado um pouco mais de capricho no novo trabalho. Havia sido divulgado que o disco traria engajamento por causas sociais, porem se limita a péssima Ouro, parceria com Urias, que nem chega perto da maravilhosa e cheia de coração, Indestrutível, de seu álbum anterior, o Vai Passar Mal.

Falando em parceria, a química de Pabllo com o pagodeiro Dilsinho, rendeu a melhor música do trabalho, o que não é um mérito muito grande. Trago seu Amor de Volta tem uma pegada gostosa de Axé, com muito romantismo e bom humor, referenciando aquelas propagandas que vemos coladas em postes em todo Brasil.

Disk Me, atual single de Vittar, também tem seu brilho, mas é uma balada que fica bem aquém do apelo pop de K.O. por exemplo. Destaque para os bons vocais de Pabllo.

Não vou deitar é um gostoso forró com toques contemporâneos que contagia e faz referências as famigeradas “sofrências”, muito populares no nordeste e norte.

Evocando os vocais das grandes divas do euro dance dos anos 90, Seu Crime dá pistas que estamos diante de uma Pabllo de coração partido e que busca a redenção de um sentimento que não vingou.

Os pontos altos do disco sem duvidas são as produções, mixagens no ponto e trazendo uma variedade enorme de ritmos brasileiros e com uma linguagem pop bem-feita, que é eficiente em se comunicar com vários nichos sem perder a identidade. Os vocais de Pabllo também melhoraram bastante e soam mais brilhantes e um pouco menos incômodos.

O maior problema de Não Para Não, intencional ou não, é a velocidade em que somos devastados pelo disco, que atropela tudo pela frente e entrega freneticamente uma variedade imensa de coisas acontecendo ao mesmo tempo, como colocar todos os sabores de bala ao mesmo tempo na boca, não se consegue identificar ou aproveitar o sabor de nenhuma, e o saldo é amargo.

Como já dito, as letras têm bons sentidos, mas são mal escritas, passando um ar de preguiça dos compositores, e o brasil sendo berço de excelentes letristas, ficamos meio sem entender o motivo de tanta pobreza.

Não Para Não poderia ter sido melhor aproveitado se lançado naquele período do ano, entre as férias e o carnaval, com o sol a pino e o clima de descontração, com certeza seria uma tacada de mestre, e o álbum contribuiria e muito para esse período notório de alegria nacional. Porém lançar um disco descompromissado, vendido com uma capa de engajamento, as portas de eleições polemicas e sem conteúdo que faça jus a essa tal militância, é ligar um freezer no Alasca.

Nota; 4,0

Para Ouvir;

Seu Crime

Disk Me

Não Vou Deitar

Trago Seu Amor De Volta feat. Dilsinho

 

 

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Cher – Gimme! Gimme! Gimme! (A man After Midnight); A Divertida Versão da Deusa do Pop para A Icônica Musica do Abba

Cher é uma das estrelas presentes Mama Mia! Here We Go Again! Segunda parte do aclamado musical Mama Mia! Levado as telas no fim dos anos 2000 e estrelado por Meryl Streep. A obra consiste em uma ode apaixonada pelo quarteto sueco Abba, um dos ícones da dance music dos anos 70 e 80.

Aproveitando o ensejo, Cher decidiu revisitar a discografia do grupo e lançar um disco inteirinho com versões dos hits do Abba.

E já está entre nós a primeira mostra oficial dessa incursão, Gimme! Gimme! Gimme! (A man After Midnight) foi escolhida como carro chefe do projeto, que já tem até título; Dancing Queen. O álbum deve ser lançado ainda nesse semestre.

Lembrando que em 2005 Madonna conseguiu permissão do próprio Abba, para usar o sample da música em seu single Hung Up, e o resultado todo mundo já conhece.

Será que depois de vinte anos Cher irá emplacar mais um hino global como fez com Believe em 1998? Tomara!

 

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Madonna – Ray Of Light; Revisitando Umas das Joias Mais Preciosas da Coroa da Rainha Do Pop

Vamos começar a partir de hoje uma nova sessão aqui no Pastilha, resenhas de albums que fizeram história e marcaram a cultura pop. E para iniciar os trabalhos, selecionamos uma das aniversariantes mais celebres do mês de agosto, Madonna, que faz 60 anos no próximo dia 16.

Se a Discografia de Madonna compusesse uma coroa, a ser posta acima da cabeça da própria, Ray Of Light de 1998 seria a joia central no diadema. Um diamante translúcido refletindo cores variadas dependendo da iluminação recebida, reinando soberano no centro da testa da rainha do pop.

No início da década de 90, Madonna chocava o mundo com seu livro SEX, seguido de um dos seus álbuns mais controversos, o Erotica de 1992. Depois de muita polêmica, a rainha do pop iniciou uma cruzada de limpeza de imagem e a busca por mais seriedade dentro do âmbito cultural. Era preciso mudar, e essa mudança culminou no álbum Ray Of Light, lançado em 1998 e mais uma vez Madonna sacudiu as estruturas do universo pop e da música.

A busca pela sinergia espiritual da americana apareceu previamente em trabalhos como Like a Prayer de 1989 e Bedtime Stories de 1994, porém aqui as coisas se tornaram bem mais sérias e pungentes. Bebendo da cabala e das religiões orientais, Ray of Light foi um divisor de águas dentro da carreira de Madonna, a Material Girl parece ter encontrado finalmente a paz, acompanhada da maternidade. Em 1996 nascia sua primeira filha, Lourdes Maria Ciccone Leon, conhecida também como Lola, fruto do seu namoro com o dançarino Carlos Leon.

Acompanhada do inglês William Orbit e seu fiel escudeiro desde os anos 80, Patrick Leonard, o sétimo disco de inéditas da artista flertava com o Techo, música eletrônica, trip hop, rock e música clássica.

O disco abre com a balada introspectiva Drowned World / Subistitute for Love, onde Madonna disserta sobre a fama, a maternidade e o amor verdadeiro. A faixa foi o terceiro single do disco e o ato de abertura da turnê conjunta com o disco Music de 2000, titulado Drowned World tour em 2001.

Os vocais da artista tiveram uma significativa mudança, trazendo uma voz mais limpa e cheia. Resultado do trabalho vocal no premiado musical cinematográfico Evita, onde Madonna interpretava a esposa do presidente argentino Carlos Perón.

Em Swin Madonna reflete sobre problemas sociais como a violência e ainda sobre a passagem do cometa Halley, além de fazer um contra ponto com a espiritualidade, um primor; “Children killing children. While the students rape their teachers, Comets fly across the sky, While the churches burn their preachers / Crianças matando crianças. Enquanto os estudantes violentam seus professores, os cometas cruzam o céu, enquanto as igrejas queimam seus pregadores”.

A faixa título do álbum, Ray of Light, entrega uma frenética atmosfera rock mixada com o melhor que a música eletrônica poderia oferecer nas mãos de Orbit, uma catarse completa para sua criadora e seus ouvintes. Madonna alcança em Ray of Light suas mais altas notas e um hit que definitivamente guiou os caminhos dos artistas pop que vieram depois. O segundo single do trabalho foi um sucesso radiofônico e conferiu a Madonna o VMA de vídeo do ano na premiação de 1998. Composta e co produzida pela sua intérprete, a canção é até hoje um ponto alto de suas turnês.

Candy Perfum Girl, é uma mostra que mesmo num período mais sério e comportado de sua carreira, a sensualidade ainda era latente, aqui co composta com Susannah Melvoin.

Até aqui Madonna o disco se mostra ousado, conceitual e flamejante. Porém é em Skin, a quinta faixa, que começamos a jornada verdadeiramente espiritual da obra.

Skin dialoga com o techno e dá um preludio do que se ouviria nas pistas de dança na desada seguinte, com Gigi Dagostinno e Lasgo por exemplo. A letra evoca uma conexão com o tema de vidas passadas, o que deixa tudo muito mais interessante, de longe uma das melhores músicas da carreira, principalmente por seu teor a frente do seu tempo.

Nothing Really Matters é uma das favoritas dos fãs e a canção escolhida para ser apresentada no Grammy de 1999 onde Madonna levou quatro gramafones para casa.

Seguindo a vibe espiritual, a faixa expurga alguns dos demônios mais característicos da artista, como o apego exacerbado ao materialismo. Se no início do disco já tenhamos o vislumbre do amadurecimento pessoal e profissional da rainha do pop, aqui deslumbramos com mais clareza.

Apaixonada pela Ioga, Madonna não pensou duas vezes ao interpretar dois escritos clássicos da modalidade, que se popularizou rapidamente no final dos anos 90. E Sky Fits Heaven é a transcrição em inglês de um mantra em sânscrito e hindu, feita por Madonna e Orbit. A faixa ainda faz uma ponte com Bedtime Story, escrita por Bjork, presente no disco Bedtime Stories de Madonna em 1994.

Shanti/Ashtangi, a oitava faixa do trabalho, também é um texto em sânscrito, aqui cantado em literalidade. Tratando se de uma mescla de mantras hindus, baseando se na visão ocidental da cabala.

O primeiro single do disco, Frozen, fez um enorme sucesso nas rádios a época de seu lançamento, colocando Madonna de volta ao jogo e deixando mídia e publico de boca aberta a nova incursão da americana, foi o primeiro relance ao que viria a seguir. Frozen foi vazada na internet dias antes do seu lançamento, causando grande polêmica na época, levando as gravadoras a discutirem esse tipo de conduta, quase inédito até então. Produzida por Madonna e William Orbit, a faixa foi aclamada pelos criticos e elevada ao status de obra prima. Seu video se tornou icônico dentro da videografia da cantora, por trazer vários efeitos eletrônicos que mesmo vinte anos depois, pouco envelheceram.

The Power of Goodbye é uma faixa que mescla o trip hop com a música eletrônica e foi sucesso absoluto nas rádios dance e adulto contemporâneo. Se tornando o quinto single do disco.

Mantendo a linha espiritual, To Have and Not To Hold, versa sobre os valores realmente necessários na vivencia humana, fazendo conexão a faixa Frozen. A sua produção conta com elementos explícitos da bossa nova, tanto na harmonização quanto na instrumentalização. Bossa nova com música eletrônica e evocações de mantra, que mistura sensacional.

Little Star é uma faixa maternal que encaminha a finalização do trabalho, mesclando elementos eletrônicos e música clássica.

Mer Girl é uma faixa intimista composta inteiramente por Madonna que fecha o disco de forma digna, trazendo um poema confessional que passa pelos caminhos tortuosos e metafóricos propostos durante toda a obra.I ran and I ran, I’m still running away/ Eu corri e corri, ainda estou correndo”.

Ray of Light é um marco no amadurecimento e mudança de rumo artístico da maior popstar da história. É incrível como ainda podemos considerar o trabalho contemporâneo e ver suas influências circulando do indie ao pop de forma fluida. Madonna não leva para si exclusividade nos temas orientais, longe disso, mas que é sua a responsabilidade quando artistas da nova safra como Katy Perry, Lady Gaga ou Ariana Grande o utilizam, isso é inegável. Longa vida a Ray of Light e que deus salve a rainha.

 

Para Ouvir

Drowned World / Substitute For Love

Swin

Ray Of Light

Skin

Nothing Really Matters

Sky Fits Heaven

Frozen

To Have And Not To Hold

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Azealia Banks – Anna Wintour; Eurodance Anos 90 Para se Acabar de Dançar

Azealia Banks é considerada uma das rappers mais polemicas da atualidade, a moça não mede as palavras e já se envolveu em várias tretas nas mídias sociais, porém dentro dos ringues da música a inglesa é uma força da natureza.

Seu novo single, titulado Anna Wintour, lançado nessa sexta 06/04, prova que o talento de Banks para fazer música é nato.

Com produção de Junior Sanchez, a faixa decola já nos primeiros segundos com uma batida dance anos noventa suculenta, evocando os tempos de ouro do estilo que dominou as pistas de dança há quase 30 anos atrás.

 

O ponto alto do trabalho vem do rap exclamado ao megafone por Azealia, de arrepiar e cantar junto.

A letra é um deleite, trazendo a protagonista ciente de seu poder fogo e fazendo da pista de dança um campo de batalha entre a luz e a escuridão. Empoderamento poético e devastador.

A faixa fará parte de seu novo disco Fantesea II, em produção.

 

Confira o divertido Lyric Video inspirado na animação Josie e as Gatinhas dos anos 80;

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Kylie Minogue – Dancing ; A Faceta Country da Fada Australiana

Eis que trinta anos depois de ter incendiado as pistas e paradas australianas com Locomotion e I Should Be So Lucky, faixa essa que conta com uma versão em português interpretada por ninguém menos que Simoni. A fada pop Kylie Minogue encontra inspiração para se reinventar e trazer uma faixa dance/country que exala o que a australiana sabe fazer de melhor; fazer a gente dançar.

Dancing é o título do novo trabalho da loira, que começa com uma pegada country suave até explodir para um pop dance delicioso.

Dancing fará parte do novo disco de Kylie intitulado Golden, a ser lançado em 6 de abril.

A tracklist do álbum foi divulgada pela cantora em suas redes sociais, que define o disco como “…uma colisão de alguns elementos do country e do dance, feito no altar de Dolly Parton em pé em uma pista de dança”

Tracklist do novo disco;

1. Dancing
2. Stop Me From Falling
3. Golden
4. A Lifetime to Repair
5. Sincerely Yours
6. One Last Kiss
7. Live A Little
8. Shelby ‘68’
9. Radio On
10. Love
11. Raining Glitter
12. Music’s Too Sad Without You

 

Confira Dancing

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