VMA’S 2019 – LISTA DE VENCEDORES DA MAIOR PREMIAÇÃO GLOBAL DO VIDEOCLIPE EDIÇÃO 2019

Foi ao ar nessa segunda 26/08, o
tradicional Video Music Awards ou VMA’S, edição de 2019 da premiação.

Numa edição dominada pelas mulheres e por performances icônicas, a premiação entregou seus prêmios aos queridinhos da indústria e do público, numa noite sem grandes polemicas e com poucas gafes.

Taylor Swift vence pela segunda vez o prêmio mais disputado da noite, o de vídeo do ano, por You Need To Calm Down. Lil Nas, Billie Eilish e Ariana Grande também foram destaques nas entregas dos troféus.

Missy Elliot foi agraciada com o
premio Michael Jackson Video Vanguard Award, pela sua videografia.

Muito emocionada trouxe para a performance e para receber o premio, uma nova geração de dançarinos e artistas de sua cidade na Virginia.

Lista de vencedores do VMA’s 2019

VIDEO DO ANO

“You Need to Calm Down,” Taylor Swift 

MELHOR NOVO ARTISTA

Billie Eilish 

ARTISTA DO ANO

Ariana Grande 

CANÇÃO DO ANO

“Old Town Road (Remix),” Lil Nas X ft.
Billy Ray Cyrus 

MELHOR COLABORAÇÃO

“Señorita”, Shawn Mendes &
Camila Cabello 

ARTISTA PUSH DO ANO

Billie Eilish 

VIDEO PELO BEM

“You Need to Calm Down,” Taylor Swift 

MELHOR EDIÇÃO

“Bad Guy,” Billie
Eilish 

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

“7 Rings,” John Richoux 

CANÇÃO DO VERÃO

“boyfriend”, Social House Ft. Ariana
Grande

MELHOR POP

“Sucker,” Jonas Brothers 

MELHOR HIP HOP

“Money,” Cardi B 

MELHOR R&B

“Waves,” Normani ft.
6lack 

MELHOR LATINO

“Con Altura,” ROSALÍA & J
Balvin ft. El Guincho 

MELHOR DANCE

“Call You Mine,” The Chainsmokers
ft. Bebe Rexha 

MELHOR ROCK

“High Hopes,” Panic! At The
Disco

MELHOR K-POP

“Boy With Luv,” BTS ft.
Halsey 

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Kacey Musgraves e Childish Gambino São Os Grandes Vencedores da 61ª edição do Grammy

A cantora Kacey Musgraves e Childish Gambino, projeto musical do ator da série Atlanta Donald Glover, são os grandes vencedores da cerimonia que rolou no último domingo dia 10/02 com 4 prêmios cada. Kacey foi a grande premiada da noite levando na categoria principal de álbum do ano com seu aclamado Golden Hour.

Lady Gaga, Dua Lipa , Cardi B e a trilha sonora de Pantera Negra também saíram com seus gramafones na mão.

A cerimonia contou com homenagens a Aretha Franklin e Dolly Parton que subiu ao palco com Kacey, Katy Perry e Miley Cyrus para um medley de seus maiores sucessos.

Na categoria Rock, Chris Cornell e Gretta Van Fleet levaram os principais prêmios. No campo do Rap e Hip Hop vitorias de Drake e Kendrick Lamar.

Post Malone e Camila Cabello foram os que saíram de mãos abanando.

 

Confira os vencedores das principais categorias;

Álbum do ano: “Golden hour” – Kacey Musgraves

Gravação do ano: “This is America” – Childish Gambino

Melhor canção: “This is America” – Childish Gambino

Melhor artista novo: Dua Lipa

Melhor performance pop de duo ou grupo: Lady Gaga e Bradley Cooper – “Shallow”

Melhor Performance Solo de Pop: “Joanne (Where do you think you’re goin’?)” – Lady Gaga

Melhor Álbum Pop Vocal: “Sweetener” – Ariana Grande

Melhor disco de country: “Golden hour” – Kacey Musgraves

Melhor performance country solo: “Butterflies” — Kacey Musgraves

Melhor música country: “Space cowboy” – Kacey Musgraves

Melhor música de rap: “God’s plan” – Drake

Melhor performance rap/falada: “This is America” – Childish Gambino

Melhor disco de rap: “Invasion of privacy” – Cardi B

Melhor Performance de Rap: “King’s dead” – Kendrick Lamar, Jay Rock, Future e James Blake; “Bubblin” – Anderson Paak

Melhor disco de r&b: “Her” – H.E.R.

Melhor Álbum de Música Alternativa: “Colors” – Beck

Melhor Engenharia de Som de Álbum Não-Clássico: “Colors” – Beck

Melhor Clipe: “This is America” – Childish Gambino

Melhor Compilação de Trilha Sonora para Mídia Visual: “The greatest showman” – “O rei do show”

Melhor Trilha Sonora para Mídia Visual: “Pantera Negra” – Ludwig Goransson (compositor)

Melhor Canção Composta para Mídia Visual: “Shallow” – Lady Gaga, Mark Ronson, Anthony Rossomando e Andrew Wyatt

Melhor Gravação Dance: “Electricity” – SilkCity e Dua Lipa (com participação de Diplo)

Melhor Performance de Rock: “When bad does good” – Chris Cornell (prêmio póstumo)

Melhor Álbum de Rock: “From the fires” – Greta Van Fleet

Melhor Canção de Rock: “Masseduction” – St. Vincent (compositores: Jack Antonoff e Annie Clark)

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VMA 2018; Camila Cabello se Consagra a Grande Vencedora, Numa Premiação Morna

Ontem, 20/08, foi realizada a edição de 2018 do Video Music Awards da MTV, o VMA.

Numa noite morna, tiveram destaques as performances de Shawn Mendes, Ariana Grande, Nicki Minaj e a grande homenageada da noite, Jennifer Lopez, que subiu ao palco para apresentar um mashup de seus maiores sucessos e receber o Michael Jackson Vanguard Award.

A grande vencedora da noite foi Camilla Cabello, que venceu as duas principais categorias; Artista do Ano e Video do Ano por Havana, este ultimo entregue por Madonna, que inclusive antes de apresentar Camila como vencedora, fez uma timida homenagem a Aretha Franklin.

 

Confira a lista completa de vencedores;

Clipe do ano

Camila Cabello ft. Young Thug – “Havana”

Artista do ano

Camila Cabello

Música do ano

Post Malone ft. 21 Savage – “rockstar”

Artista revelação

Cardi B

Melhor colaboração

Jennifer Lopez ft. DJ Khaled & Cardi B – “Dinero”

Melhor Pop

Ariana Grande – “No Tears Left to Cry”

Melhor hip-hop

Nicki Minaj – “Chun-Li”

Melhor latino

J Balvin, Willy William – “Mi Gente”

Melhor dance

Avicii ft. Rita Ora – “Lonely Together”

Melhor rock

Imagine Dragons – “Whatever It Takes”

Melhor vídeo com mensagem

Childish Gambino – “This Is America”

Melhor fotografia

The Carters – “APES**T” – Benoit Debie

Melhor direção

Childish Gambino – “This Is America” – Hiro Murai

Melhor direção de arte

The Carters – “APES**T” – Jan Houlevigue

Melhores efeitos visuais

Kendrick Lamar & SZA – “All The Stars”

Melhor coreografia

Childish Gambino – “This Is America”

Melhor edição

N.E.R.D & Rihanna – “Lemon”

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RESENHA; Camila Cabello – Camila 

Eis que a filha prodiga do Fifthy Harmony, Camila Cabello, finalmente lançou seu trabalho de estreia, intitulado Camila. A obra começa promissora com o hit Never Be The Same, já conhecido do público desde o final de 2017.

O disco segue com All These Years que fala do reencontro com um amor do passado. She Loves Control é mais dançante que as anteriores, trazendo o conceito urban tropical do Álbum. A letra fala de uma mulher mandona que adora estar no controle, seria uma auto analise ou sobre alguma harmony girl?

A quarta faixa é o mega hit Havana, música que fez a moça redefinir todo o disco, que deveria se chamar inicialmente The Hurting, The Healing, The Loving, com Crying In The Club sendo seu lead single, porém com o fracasso comercial da faixa, o projeto voltou para a fase de planejamento.

Inside Out é mais uma faixa puxada para as raízes cubanas da cantora, porém totalmente esquecível, e assim o disco segue pelas próximas faixas um tanto insosso, dando um breve respiro no final de Somethings Gotta Give.

A nona faixa In The Dark recupera um pouco o ritmo para o registro fechar na boa Into It, porém ao final fica a sensação que fomos direcionados a algum lugar ao qual nunca chegamos definitivamente.

O disco não apresenta nada de muito diferente do que se tem feito nos últimos anos, com o mix de sintetizadores, batidas e muito tropical urban. Crying In The Club poderia tranquilamente ser introduzida no disco mesmo como uma faixa bônus como forma de agradar os fãs e aparar as arestas.

Camila se mostra eficaz em apresentar a interprete ao mundo da música oficialmente, mesmo com uma dezena de compositores além da própria, a identidade fica bem clara e é definitivamente capaz de aguçar nossa curiosidade sobre o que ela pode trazer no futuro, vamos ficar de olho.

Para Ouvir;

Never Be The Same

She Loves Control

Havana

In The Dark

Into It

 

Nota 7/10

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O Que Esperar da Música em 2018?

Depois da ressaca de ano novo vem a pergunta; o que esperar de 2018 na musica?

Voltando no tempo podemos constatar que os oitavos anos das décadas são extremamente promissores criativamente e muito do que se produziu teve impacto massivo na década seguinte.
Vamos pegar produções de 1998 e 2008 como exemplo.

Em 98 tivemos;

O lançamento do Smash Hit …Baby One More Time da até então ex clube do Mickey, Britney Spears, que abriu um nicho sem precedentes de cantoras Teen e ali era só o começo.

Depois de 50 anos de carreira Cher lançaria aquele que seria o seu maior sucesso na historia, popularizando um recurso que seria usado a exaustão na próxima década; o Autotune ou efeito Cher na época. A canção Believe que explodiria mundialmente no ano seguinte foi lançada em 1998 e o resto é historia.

Falando em lendas, Madonna muito antes de Dua Lipa, ditava as novas regras da indústria, com seu eletrônico deliciosamente dançante e introspectivo; Ray Of Light, vencedor de 4 grammys em 1999, lançado em março de 1998. O disco mudou a forma de se fazer musica pop e abriu espaço para o famigerado conceitual.

Dentre as dezenas de gilrbands a se lançarem comercialmente embaladas pelo sucesso das Spice Girls, um grupo de três garotas no melhor estilo TLC começava a chamar atenção, eram nada mais que as Destiny Child onde a novata Beyoncé Knowles lider do grupo, já se destacava.

Falando em poder feminino, Lauryn Hill reinventaria a roda com o seu aclamadíssimo The Miseducation of Lauryn Hill, que revolucionou o R&B no final da década e influenciaria mais tarde desde Rihanna até Amy Winehouse e Adele.

No campo do Rock n Roll, ainda no auge do estilo alternativo, o Kiss retornaria com a formação original e com a maquiagem marca do grupo, depois de anos e o Aerosmith lançaria seu smash hit, I Don’t Want to Miss A Thing que dominou o planeta.

E não só de dinossauros vivia o Rock, o Queens of Stone Age debutava com o seu disco auto intitulado e uma banda do Arkansas, que explodiria na década seguinte vendendo milhões de cópias de seus discos, lançava seu tímido primeiro EP, o Evanescence.

Se 1998 foi um ano agitado para música 2008 não ficou atrás.
Há dez anos era lançado a plataforma de Streaming mais popular da atualidade, o Spotify.
Rihanna se consolidava como diva pop com seu disco Girl Gone Bad Reloaded, Katy Perry debutava seu single I Kissed The Girl e uma garota excêntrica de Nova Iorque lançava seu primeiro trabalho, The Fame que dominaria o mundo no ano seguinte; Lady Gaga.
Nem só de lançamento viveu 2008, Madonna daria inicio a sua turnê Stick & Sweet que se tornaria a maior turnê feminina solo da história, recorde que permanece até hoje e Beyoncé ja em carreira solo conquistaria o topo dos Charts e das festas com seu Single Ladies (Put a Ring on It).
Em 2008 Amy Winehouse era aclamada no Grammy e Taylor Swift lançava Fearless, seu maior sucesso comercial que venceria o Álbum do Ano em 2010, fazendo a cantora ser a mais jovem a vencer o premio máximo da indústria.

Com irmãos tão bem sucedidos, fica difícil para 2018 não sentir a pressão de seus predecessores que marcaram a história da música. Lançamentos de peso para todos os gostos teremos aos montes, já que voltam; Justin Timberlake, Ariana Grande,1975, Avril Lavigne, Camila Cabello, Franz Ferdinand, Artic Monkeys, Madonna, Bastille, Interpol, Jack White, Kylie Minogue, Ozzy Osbourne, Muse, Selena Gomez, Frank Ocean entre outros.

No Brasil Pablo Vittar já está em processo de produção de seu novo disco e Anitta deve lançar algo impactante ainda no primeiro semestre, do mais teremos ainda o Sertanejo Universitário e o Funk dominando as paradas. Não desmerecendo a geração atual, longe de mim adoro aliás, mas que da saudade o Brasil de 1988 com Ideologia do Cazuza, primeiro disco da Marisa Monte, além da alegria das festas infantis Xou da Xuxa 3 e vou de táxi da Angélica, isso dá.

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