Beyoncé – The Lion King; The Gift; Beyoncé Brilha em Trilha Alternativa do Filme O Rei Leão

Beyoncé é uma força da natureza, ponto. Talvez essa
afirmação seja a mais correta quando se analisa qualquer trabalho da texana de
2010 para cá. Vindo de êxitos e sucessos de crítica em seus 4 últimos discos de
inéditas e sua recente coletânea gravada ao vivo, a Sra. Carter entrega mais um
álbum no capricho; The Lion King; The Gift.

O disco é uma trilha sonora a parte do filme O Rei Leão de
2019, com canções inéditas, buscando um releitura do filme blockbuster da
Disney.

O The Gift é intercalado entre interlúdios que se conectam
diretamente ao filme e as faixas propriamente ditas que somam 14 e dessas 4 não
tem os vocais de Beyoncé.

A poderosa BIGGER traz os belos vocais da americana acompanhada
de uma bela percussão e violinos majestosos, já inserindo o ouvinte numa
atmosfera épica de magia e ancestralidade.

FIND YOUR WAY BACK tem momentos interessantes, como os
cantos tribais com distorções, mas o clima de música lounge cosmopolitana do início
dos anos 90 deixa a desejar, vista a grandeza da faixa anterior.

Tekno, Yemi Alade, Mr Eazi e Lord Afrixana dão segmento aos
trabalhos na também mediana DON’T JEALOUS ME, alguns detalhes na produção como
as evocações místicas de Yemi Alade melhoram um pouco o sabor.

Mais determinada que as faixas anteriores JA ARA E de Burna Boy,
se desenvolve de forma deliciosa nos ouvidos e entrega uma excelente
experiencia sensorial, ouça com fones potentes e no volume máximo, faça se esse
favor.

Beyoncé retorna ao trabalho e traz consigo Kendrick Lamar
para a curta NILE. Funcionando também como uma espécie de interlúdio a faixa não
decola, talvez com mais tempo poderíamos descobrir como se sairiam os dois
maiores artistas do Rap e do R&B colaborando juntos, uma pena.

JAY Z e Childish Gambino colaboram com a artista em MOOD 4 EVA
e aqui tire os sapatos, solte o cabelo e se jogue, que o momento de dançar e
sentir o feeling myself é agora. A faixa conta ainda com inserções de Ms.
Jackson do OutKast e Mo’ Money Mo’ Problems do The Notorious Big. Não tinha
como ficar ruim não é mesmo?

Alguém precisa parar Pharrel Williams urgentemente, WATER
com o cujo e Salatiel é mais um exemplo de que as coisas que ele tem tocado
ultimamente tem beirado a pieguice e o mal gosto. Nada nessa faixa funciona,
exceto claro Beyoncé, parabéns guerreira.

Incorporando o sample de Celestial Chile do artista de música
eletrônica Jeremy Sunshine, BROWN SKIN GIRL tem ainda a participação de SAINt JHN
e WizKid e claro a superstar Blue Ivy Carter, filha de Beyoncé e JAY Z, caso você
estivesse em marte nos últimos 10 anos. Dito isso e com um título desses, um
arrebatamento era o mínimo esperado e vamos continuar esperando…

Com produção assinada por Yoncé, KEYS TO THE KINGDOM de Tiwa
Savage e Mr. Eazi é um farto oásis ante a uma trilha de mediocridade apreciadas
nas duas últimas faixas completas. Bom ver as coisas se encaminhando para o
lado certo novamente juntamente com a boa ALREADY parceria de Beyoncé com Major
Lazer e Shatta Wale.

Sozinha em OTHERSIDE como em BIGGER, a americana brilha em
uma belíssima balada para ouvir de olhos fechados e coração aberto, com direito
até de trechos em dialetos africanos, um primor.

Se você gostou da trilha de Kendrick Lamar para o The Black Panther, MY POWER é para você! O refrão cantado por Nija, fica na cabeça por um bom tempo e cantar junto não é opcional.

Mais tocada no experimentalismo e com elementos dramáticos,
SCAR de 070 Shake e Jessie Reyez entrega um bom trabalho sensorial e prepara o
ouvinte para o desfecho monumental na faixa seguinte.

Pois chegamos ao fim com SPIRIT, servindo como um ponto de
remate de toda a obra, justamente destoa de tudo o que foi ouvido até aqui e
somente aqui temos aquela fórmula de balada da Disney ao qual estamos
acostumados. É bonita, bem-feita, emocionante mas repetida por tantas e tantas
vezes que se aproxima do brega. O conteúdo lírico também não traz nada de dinâmico
ao que já conhecemos, o que se salva claro são os vocais poderosos de Beyoncé,
inegavelmente.

The Lion King; The Gift, não parece ser um trabalho ousado o suficiente, nem no entanto clássico. Fica ali no meio do caminho, tomando passos bem dados em alguns momentos e em outros se deixando levar por fórmulas já saturadas. Falta a escolha de uma identidade, o abraçar completo do que se pretende ser, como a trilha de The Black Panther fez ao misturar símbolos sonoros do continente africano, principalmente subsaariano, com o de mais moderno estava se fazendo na música negra ocidental. The Gift parece ir por esse caminho em alguns momentos, porem recua no seguinte e na falta de direção fica no mediano, uma pena.

Nota 7,0 / 10

Para ouvir;

BIGGER

JA ARA E by Burna Boy

MOOD 4 EVA feat. JAY Z and Childish Gambino

KEYS TO THE KINGDOM by Tiwa Savage

OTHERSIDE

MY POWER by Tierra Whack, Beyoncé and Moonchild Sanelly feat. Nija

SCAR by 070 Shake and Jessie Reyez

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The Carters – Everything is Love; Por Dentro da Vida do Casal Mais Bem-Sucedido do Showbiz

O que se passava dentro do elevador de um uns hotéis mais luxuosos de Nova Iorque em 2014, quando Solange Knowles agrediu Jay Z, ninguém fora do círculo íntimo dos Knowles / Carters sabe, mas outros detalhes do casal Carter, formado pela superestrela Beyoncé e a lenda do rap Jay-Z, podem ser conferidos no novo trabalho titulado EVERYTHING IS LOVE, lançado de surpresa no último fim de semana.

Os dois estão em turnê conjunta, a On the Run 2, porém como nos primeiros shows nenhuma música nova foi posta na setlist, os rumores de um novo disco amornaram, até o mundo ser tomado de assalto com o novo trabalho.

Como uma revista de fofocas o disco funciona como um tabloide, explorando as crises e acima de tudo a vida de opulência e sofisticação em que vivem. Tudo aqui é milimetricamente colocado para expor, mas não muito, os bastidores de uma vida a dois protagonizada por figuras tão sempre no centro da indústria musical.

Musicalmente não há grandes novidades que diferenciem o novo trabalho aos anteriores, o disco soa até uníssono, mas muito bem produzido e milimetricamente no lugar.

O disco abre com a elegante SUMMER, uma faixa absolutamente romântica, que traz uma luz sobre as inseguranças e acima de tudo força do casal, o amor aqui é o tema central.

APESHIT é uma composição forte cheia de alfinetadas para toda a sociedade, é o primeiro single do trabalho.

Beyoncé está furiosa e imparável em NICE, ápice do trabalho e da indignação social.

HEARD ABOUT US é um gotoso jam oitentista que lembra os bons tempos do hip hop daquela década. Enquanto BLACK EFFECT lembra bastante o trabalho de Beyoncé no álbum homônimo de 2013, emulando também um pouco da deusa Mary J Blidge nos vocais.

E o curto disco é encerrado com LOVEHAPPY, nada mais justo do que terminar uma obra que começou falando de amor, com mais amor. A faixa lembra os tempos áureos da motown records.

Como uma vitrine do casal Bey e Jay, EVERYTHING IS LOVE, em caixa alta, os títulos das músicas inclusive, os dois são expostos ao resto do mundo, que anseia mais detalhes da intimidade dos dois artistas. Porém aqui, não espere detalhes reveladores, ou mesmo sonoridades revolucionarias. Tudo tem um gosto de Deja Vu, funcionaria como um prologo de 4:44 de Jay Z e Lemonade de Beyoncé. Uma bem sacada trilogia, que irá render ainda alguns meses de buzz nas redes sociais e delírio nos fãs.

Nota 7/10

Para ouvir;

SUMMER

APESHIT

NICE

HEARD ABOUT US

LOVEHAPPY

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GRAMMY 2018; Bruno Mars Se Consagra o Grande Vencedor Numa Cerimonia Emocionante

Rolou ontem, 28, no lendário Madison Square Garden em Nova Iorque, a 60ª cerimonia do Grammy.

Conduzida por James Corden, contou com performances de nomes como Childish Gambino, Kendrick Lamar, SZA, U2, Lady Gaga, Bruno Mars, Kesha, P!nk entre outros.

Destaque para a apresentação da Rihanna que botou fogo no palco do Grammy.

Kendrick Lamar e Bruno Mars se consolidaram como os grandes vencedores da noite, com Kendrick levando 4 gramafones e Bruno 6 incluindo a tríplice coroa, Álbum do Ano, Gravação do Ano e Canção do Ano.

Confira abaixo a lista completa de vencedores.

 

Álbum do Ano

Childish Gambino – “Awaken, My Love!”
JAY-Z – 4:44
Kendrick Lamar – DAMN.
Lorde – Melodrama
Bruno Mars – 24K Magic – VENCEDOR

 

Gravação do Ano

Childish Gambino – Redbone
Luis Fonsi & Daddy Yankee – Despacito [ft. Justin Bieber]
JAY-Z – The Story of O.J.
Kendrick Lamar – HUMBLE.
Bruno Mars – 24K Magic – VENCEDOR

 

Canção do Ano

Luis Fonsi & Daddy Yankee – Despacito [ft. Justin Bieber]
JAY-Z – 4:44
Julia Michaels – Issues
Logic – 1-800-273-8255 [ft. Alessia Cara e Khalid]
Bruno Mars – That’s What I Like – VENCEDOR

 

Artista Revelação

Alessia Cara – VENCEDORA
Khalid
Lil Uzi Vert
Julia Michaels
SZA

 

Melhor Performance Pop Solo

Kelly Clarkson – Love So Soft
Kesha – Praying
Lady Gaga – Million Reasons
Pink – What About Us
Ed Sheeran – Shape of You – VENCEDOR

 

Melhor Performance Pop de um Duo ou Grupo

The Chainsmokers & Coldplay – Something Just Like This
Luis Fonsi & Daddy Yankee – Despacito [ft. Justin Bieber]
Imagine Dragons – Thunder
Portugal. The Man – Feel It Still – VENCEDOR
Zedd & Alessia Cara – Stay

 

Melhor Álbum Pop Vocal

Coldplay – Kaleidoscope EP
Lana Del Rey – Lust for Life
Imagine Dragons – Evolve
Kesha – Rainbow
Lady Gaga – Joanne
Ed Sheeran – ÷ (Divide) – VENCEDOR

 

Melhor Álbum de Pop Tradicional

Michael Bublé – Nobody But Me (Deluxe Version)
Bob Dylan – Triplicate
Seth MacFarlane – In Full Swing
Sarah McLachlan – Wonderland
Various Artists – Tony Bennett Celebrates 90 – VENCEDOR

 

Melhor Performance de Rap

Big Sean – Bounce Back
Cardi B – Bodak Yellow
JAY-Z – 4:44
Kendrick Lamar – HUMBLE. – VENCEDOR
Migos – Bad and Boujee

 

Melhor Colaboração Rap/Canto

6LACK – PRBLMS
GoldLink – Crew [ft. Brent Faiyaz e Shy Glizzy]
JAY-Z – Family Feud [ft. Beyoncé]
Kendrick Lamar – LOYALTY. [ft. Rihanna] – VENCEDOR
SZA – Love Galore [ft. Travis Scott]

 

Melhor Canção de Rap

Cardi B – Bodak Yellow
Danger Mouse – Chase Me [ft. Run the Jewels e Big Boi]
Kendrick Lamar – HUMBLE. – VENCEDOR
Rapsody – Sassy
JAY-Z – The Story of O.J.

 

Melhor Álbum de Rap

Kendrick Lamar – DAMN. – VENCEDOR
JAY-Z – 4:44
Migos – Culture
Rapsody – Laila’s Wisdom
Tyler, the Creator – Flower Boy

 

Melhor Performance de Rock

Leonard Cohen – You Want It Darker – VENCEDOR
Chris Cornell – The Promise
Foo Fighters – Run
Kaleo – No Good
Nothing More – Go to War

 

Melhor Performance de Metal

August Burns Red – Invisible Enemy
Body Count – Black Hoodie
Mastodon – Sultan’s Curse – VENCEDOR
Meshuggah – Clockworks
Code Orange – Forever

 

Melhor Canção de Rock

Metallica – Atlas, Rise!
K. Flay – Blood in the Cut
Nothing More – Go to War
Foo Fighters – Run – VENCEDOR
Avenged Sevenfold – The Stage

 

Melhor Álbum de Rock

Mastodon – Emperor of Sand
Metallica – Hardwired… to Self-Destruct
Nothing More – The Stories We Tell Ourselves
Queens of the Stone Age – Villains
The War on Drugs – A Deeper Understanding – VENCEDOR

 

Melhor Álbum de Música Alternativa

Arcade Fire – Everything Now
Gorillaz – Humanz
LCD Soundsystem – American Dream
Father John Misty – Pure Comedy
The National – Sleep Well Beast – VENCEDOR

 

Melhor Performance de R&B

Daniel Caesar – Get You [ft. Kali Uchis]
Kehlani – Distraction
Ledisi – High
Bruno Mars – That’s What I Like – VENCEDOR
SZA – The Weekend

 

Melhor Performance de R&B Tradicional

The Baylor Project – Laugh and Move On
Childish Gambino – Redbone – VENCEDOR
Anthony Hamilton – What I’m Feelin’ [ft. The HamilTones]
Ledisi – All the Way
Mali Music – Still

 

Melhor Canção de R&B

PJ Morton – First Began
Khalid – Location
Childish Gambino – Redbone
SZA – Supermodel
Bruno Mars – That’s What I Like – VENCEDOR

 

Melhor Álbum de Música Urbana Contemporânea

6LACK – Free 6LACK
Childish Gambino – “Awaken, My Love!”
Khalid – American Teen
SZA – Ctrl
The Weeknd – Starboy – VENCEDOR

 

Melhor Álbum de R&B

Daniel Caesar – Freudian
Ledisi – Let Love Rule
Bruno Mars – 24K Magic – VENCEDOR
PJ Morton – Gumbo
Musiq Soulchild – Feel the Real

 

Melhor Gravação de Dance

Bonobo – Bambro Koyo Ganda
Camelphat & Elderbrook – Cola
Gorillaz – Andromeda [ft. DRAM]
LCD Soundsystem – Tonite – VENCEDOR
Odesza – Line of Sight [ft. WYNNE e Mansionair]

 

Melhor Álbum de Dance/Eletrônica

Bonobo – Migration
Kraftwerk – 3-D the Catalogue – VENCEDOR
Mura Masa – Mura Masa
Odesza – A Moment Apart
Sylvan Esso – What Now

 

Melhor performance solo country

Body Like A Back Road- Sam Hunt

Losing You- Alison Krauss

Tin Man- Miranda Lambert

I Could Use A Love Song- Maren Morris

Either Way- Chris Stapleton – VENCEDOR

 

Melhor performance country de dupla/grupo

It Ain’t My Fault- Brothers Osborne

My Old Man- Zac Brown Band

You Look Good- Lady Antebellum

Better Man- Little Big Town – VENCEDOR

Drinkin’ Problem- Midland

 

Melhor Música Country

Better Man- Taylor Swift

Body Like A Back Road- Zach Crowell, Sam Hunt, Shane McAnally & Josh Osborne, songwriters (Sam Hunt)

Broken Halos- Mike Henderson & Chris Stapleton, songwriters (Chris Stapleton) – VENCEDOR

Drinkin’ Problem- Jess Carson, Cameron Duddy, Shane McAnally, Josh Osborne & Mark Wystrach, songwriters (Midland)

Tin Man- Jack Ingram, Miranda Lambert & Jon Randall, songwriters (Miranda Lambert)

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O Que Esperar da Música em 2018?

Depois da ressaca de ano novo vem a pergunta; o que esperar de 2018 na musica?

Voltando no tempo podemos constatar que os oitavos anos das décadas são extremamente promissores criativamente e muito do que se produziu teve impacto massivo na década seguinte.
Vamos pegar produções de 1998 e 2008 como exemplo.

Em 98 tivemos;

O lançamento do Smash Hit …Baby One More Time da até então ex clube do Mickey, Britney Spears, que abriu um nicho sem precedentes de cantoras Teen e ali era só o começo.

Depois de 50 anos de carreira Cher lançaria aquele que seria o seu maior sucesso na historia, popularizando um recurso que seria usado a exaustão na próxima década; o Autotune ou efeito Cher na época. A canção Believe que explodiria mundialmente no ano seguinte foi lançada em 1998 e o resto é historia.

Falando em lendas, Madonna muito antes de Dua Lipa, ditava as novas regras da indústria, com seu eletrônico deliciosamente dançante e introspectivo; Ray Of Light, vencedor de 4 grammys em 1999, lançado em março de 1998. O disco mudou a forma de se fazer musica pop e abriu espaço para o famigerado conceitual.

Dentre as dezenas de gilrbands a se lançarem comercialmente embaladas pelo sucesso das Spice Girls, um grupo de três garotas no melhor estilo TLC começava a chamar atenção, eram nada mais que as Destiny Child onde a novata Beyoncé Knowles lider do grupo, já se destacava.

Falando em poder feminino, Lauryn Hill reinventaria a roda com o seu aclamadíssimo The Miseducation of Lauryn Hill, que revolucionou o R&B no final da década e influenciaria mais tarde desde Rihanna até Amy Winehouse e Adele.

No campo do Rock n Roll, ainda no auge do estilo alternativo, o Kiss retornaria com a formação original e com a maquiagem marca do grupo, depois de anos e o Aerosmith lançaria seu smash hit, I Don’t Want to Miss A Thing que dominou o planeta.

E não só de dinossauros vivia o Rock, o Queens of Stone Age debutava com o seu disco auto intitulado e uma banda do Arkansas, que explodiria na década seguinte vendendo milhões de cópias de seus discos, lançava seu tímido primeiro EP, o Evanescence.

Se 1998 foi um ano agitado para música 2008 não ficou atrás.
Há dez anos era lançado a plataforma de Streaming mais popular da atualidade, o Spotify.
Rihanna se consolidava como diva pop com seu disco Girl Gone Bad Reloaded, Katy Perry debutava seu single I Kissed The Girl e uma garota excêntrica de Nova Iorque lançava seu primeiro trabalho, The Fame que dominaria o mundo no ano seguinte; Lady Gaga.
Nem só de lançamento viveu 2008, Madonna daria inicio a sua turnê Stick & Sweet que se tornaria a maior turnê feminina solo da história, recorde que permanece até hoje e Beyoncé ja em carreira solo conquistaria o topo dos Charts e das festas com seu Single Ladies (Put a Ring on It).
Em 2008 Amy Winehouse era aclamada no Grammy e Taylor Swift lançava Fearless, seu maior sucesso comercial que venceria o Álbum do Ano em 2010, fazendo a cantora ser a mais jovem a vencer o premio máximo da indústria.

Com irmãos tão bem sucedidos, fica difícil para 2018 não sentir a pressão de seus predecessores que marcaram a história da música. Lançamentos de peso para todos os gostos teremos aos montes, já que voltam; Justin Timberlake, Ariana Grande,1975, Avril Lavigne, Camila Cabello, Franz Ferdinand, Artic Monkeys, Madonna, Bastille, Interpol, Jack White, Kylie Minogue, Ozzy Osbourne, Muse, Selena Gomez, Frank Ocean entre outros.

No Brasil Pablo Vittar já está em processo de produção de seu novo disco e Anitta deve lançar algo impactante ainda no primeiro semestre, do mais teremos ainda o Sertanejo Universitário e o Funk dominando as paradas. Não desmerecendo a geração atual, longe de mim adoro aliás, mas que da saudade o Brasil de 1988 com Ideologia do Cazuza, primeiro disco da Marisa Monte, além da alegria das festas infantis Xou da Xuxa 3 e vou de táxi da Angélica, isso dá.

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