Vai rolar mesmo! Começaram as gravações de Malévola II

Sequência do sucesso global de 2014, Malévola II já está sendo gravado. Angelina Jolie e Elle Fanning retornam como Malévola e Aurora, respectivamente. O longa ainda não tem data de estreia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entram no elenco Michele Pfeiffer, Chiwetel Ejiofor, Ed Skrein, Robert Lindsay e Harris Dickinson. A direção é do Joachim Rønning com roteiro de Linda Woolverton, Micah Fitzerman-Blue e Noah Harpster. Os produtores são Joe Roth e Angelina Jolie.

A atriz Elle Fanning postou em sua conta no Instagram uma foto de um momento descontraído nos bastidores da produção com Angelina.

Sinopse:

Uma aventura que se passa vários anos depois de “Malévola” – em que o público aprendeu sobre os eventos que endureceram o coração da vilã mais famosa da Disney e a levou a amaldiçoar a pequena princesa Aurora, “Malévola II” continua a explorar a relação complexa entre a fada de chifres e a quase rainha, ao formarem novas alianças e enfrentarem novos adversários em sua luta para proteger os mouros e as criaturas mágicas.

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Janelle Monáe – Dirty Computer; Quente, Úmido e Cheio de Fantasias

Janelle sempre foi adepta dos ditos ‘álbuns conceito’, seja com seu ótimo álbum de estreia o The ArchAndroid de 2010 ou o roqueiro cheio de soul The Eletric Lady de 2013, a moça sempre passeou bem por bases e experimentações das mais diversas, fazendo um mix de voz e influências de encher os ouvidos.

Em Dirty Computer, seu mais recente trabalho, Monáe chega ao ápice dessas boas influências, colocando dance, hip hop, pop, rock, eletrônico e Prince numa atmosfera épica e religiosa, para executar uma crestomatia á sexualidade e a feminilidade.

A metálica Dirty Computer abre os trabalhos, já dando o tom noturno da obra e pincelando por cima o que vem por aí.

Crazy, Classic, Life traz forte os teclados, baterias e sintetizadores oitentistas e consagrados nessa geração que tem adoração por essa década.

Take a Byte tem um swing gostoso e uma deliciosamente atrevida letra, cheia de indiretas sexuais escondidas em analogias ao mundo cibernético.

Screwed traz um pouco de pop rock a mistura, com um refrão chiclete de primeira. Se fosse lançada em 87 seria um clássico instantâneo.

Django Jane deixa o tom um pouco mais serio e politizado com o disco abraçando o rap e o hip hop. A faixa aqui funciona como um belo manifesto a liberdade feminina.

Pynk se distancia um pouco do clima estabelecido no disco até aqui, trazendo uma linguagem mais radiofônica e nem por isso menos interessante.

O que acontece quando um artista quer homenagear seu ídolo colocando toda sua criatividade, calor, suor e talento para fora, numa faixa visceral e extraordinária?

O resultado pode ser ilustrado com Make Me Feel, uma homenagem a altura do imortal Prince. Seja pela letra extremamente sexy, pelos falsetes bem colocados ou pela produção que valoriza aquela guitarra safada e cheia de tesão, marca registrada do gênio.

I Got The Juice é uma faixa produzida e em parceria com Pharrel Williams, que acaba tomando muito para si o trabalho, e a deixando como uma das mais genéricas e menos interessantes da obra.

A sexy I Like That traz a sonoridade para os campos do hip hop e R&B novamente, seguida pela arrastada Don’t Judge Me.

So Afraid é uma boa balada confessional que vai dando o tom de despedida do disco, como uma reflexão no taxi após uma festa inebriante. As guitarras distorcidas e os coros dão um ar religioso a faixa. Coro aliás que inicia a última música do disco; Americans.

Seguindo a linha religiosa, a canção é uma crítica ao atual cenário político e social dos Estados Unidos.

“I like my woman in the kitchen, I teach my children superstitions, I keep my two guns on my blue nightstand. A pretty young thang, she can wash my clothes, But she’ll never ever wear my pants.” / “Eu gosto da minha mulher na cozinha, eu ensino superstições aos meus filhos, eu mantenho minhas duas armas na minha mesa de cabeceira azul. Uma mulher bem jovem, ela pode lavar minhas roupas, mas ela nunca vai usar minhas calças.”

Americans fecha muito bem o conceito político do álbum e amarra bem o conjunto da obra.

Janelle conseguiu entregar com dignidade o melhor trabalho de sua carreira até aqui, se mantendo fiel a sua estética sonora e sem medo de experimentar e ir além no seu desejo de se aperfeiçoar como artista. Ao mesmo tempo Dirty Computer é pop e de excelente digestão, sem necessariamente soar descartável e piegas. O último disco pop a oferecer essa dinâmica de conceito, referencias, pop e sem ser posto como um mero produto do mercado foi o Ray Of Light de Madonna de 1998.

Janelle não é uma nova Madonna, nem uma nova Tina Turner ou mesmo um novo Prince e agradecemos aos deuses da música por ela ser apenas Janelle.

 

 

Nota 9/10  

Para ouvir;

Crazy, Classic, Life

Take a Byte

Screwed feat. Zoe Kravitz

Make Me Feel

So Afraid

Americans

 

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Shawn Mendes – Shawn Mendes; Em Busca de Uma Identidade o Canadense Se Perde Em Influencias Já Saturadas

Desde a massificação da música pop há mais de 6 décadas, centenas de rapazes bonitos já levaram milhões de garotas e garotos a loucura com uma formula bem simples; uma boa voz, um certo talento com o violão e muito charme. Passando por aquele que talvez seja até hoje o símbolo máximo desse nicho, Elvis Presley. Quem até hoje não se derrete com o rei do rock cantando a sombria Are You Lonesome Tonight? Ou a solar Can’t Help Falling in Love, acompanhada por um Ukulelê?

Em 2018 bem longe dessa nostalgia toda, temos o astro pop do momento Shawn Mendes e seu novo trabalho autointitulado, cumprindo essa lacuna de levar as (os) adolescentes a loucura. Shawn é conhecido pela sua beleza e simpatia, principalmente com as fãs, distribuindo um sorriso largo por onde passa.

No quesito musical o canadense soa monótono, tocando uma nota só em todos os albums lançados até aqui. As tentativas em tentar levar o trabalho com mais seriedade soam genuínas, porem caem por terra devido ao único tom apresentado sucessivamente pelo artista.

Em seu novo trabalho não é diferente, a voz arranhada do rapaz abre em In My Blood o seu novo disco. Escrita por Shawn Mendes, Geoff Warburton, Teddy Geiger e Scott Harris, a letra é um tanto sombria e apresenta seu personagem envolto em conflitos que não consegue superar sozinho. É um soft rock com muita cara de trilha de serie dos anos 2000 como Smallville.

Nervous da uma esquentada no clima, com uma letra mais iluminada, mas aqui por luzes neon. As influências do jovem Justin Timberlake e de um Maroon 5, antes de ambos ficarem perdidos e chatos demais, são claras.

As próximas Lost in Japan e Where Were You In The Morning? Seguem no mesmo ritmo de Nervous, sem literalmente nenhum solavanco. E nessa ultima o rapaz tenta sem sucesso por seus vocais a prova.

Depois de muitas estripulias e firulas, o álbum se torna interessante novamente na faixa 9, Because I Had You, quando o moço finalmente volta para a guitarra acústica. “Should’ve told you not to go. Thought I knew just what I wanted, I didn’t know myself at all / Deveria ter dito para não ir embora. Pensei que eu sabia exatamente o que eu queria, mas eu não me conhecia tão bem.” Esse pequeno trecho resume um pouco a percepção que se tem do disco como um todo, onde vamos aprofundar nas considerações finais.

Se Queen fosse uma faixa de Taylor Swift ou de qualquer outra artista pop, os tabloides seriam tomados por manchetes sobre para quem especificamente essa música estaria endereçada, mas Shawn sendo um artista masculino, simplesmente será ignorada.

A parceria com Khalid em Youth não empolga. O que poderia ser a oportunidade de dois artistas da nova geração falarem com os seus respectivos públicos geracionais é desperdiçada.

As baladas Perfect Wrong e When You’re Ready encerram o trabalho, aqui já exaustivo.

Emulando John Mayer, Adam Levine, Justin Timberlake, Ed Sheeran entre muitos outros, Shawn Mendes acaba se parecendo com tudo, menos com ele mesmo. E nisso voltamos a aquela frase chave da faixa Because I Had You; “Pensei que eu sabia exatamente o que eu queria, mas eu não me conhecia tão bem.” Em um mercado cheio de artistas autorais brilhantes, encontrar seu rumo em busca de autenticidade pode ser um diferencial fundamental entre a vida e a morte numa indústria tão frívola a dada a soterrar artistas com produtos mais novos vez após vez.

 

 

Nota 4/10

Para Ouvir;

In My Blood

Nervous

Fallin All In You

Because I Had You

 

 

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Brasil Game Show 2018 | Yoshinori Ono, produtor de Street Fighter® V: Arcade Edition, estará no evento

A Brasil Game Show (BGS) acaba de confirmar que Yoshinori Ono, produtor de Street Fighter® V: Arcade Edition, estará presente na 11ª edição do evento. Yoshinori estará em todos os dias do evento, inclusive na cerimônia de abertura, e os visitantes poderão encontrá-lo em sessões de Meet & Greet. A BGS acontece de 10 a 14 de outubro, no Expo Center Norte – SP.

Serviço – BGS 2018

Quando: 10 a 14 de Outubro (1º dia exclusivo para imprensa e negócios)

Onde: Expo Center Norte

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo – SP

Horário: 13h às 21h

As informações completas você encontra no site www.brasilgameshow.com.br.

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Parem as máquinas! Sebastian Stan, o Soldado Invernal, estará na CCXP 2018!

E não é que a semana do Orgulho Nerd já trouxe frutos? A Comic Con Experience acaba de confirmar a presença do ator Sebastian Stan na edição de dezembro em São Paulo.

 

 

Conhecido por interpretar o Soldado Invernal (ou Carter Baizen para os fãs de Gossip Girl como eu), Sebastian estará no evento nos dias 07 e 08 de dezembro (sexta e sábado).

 

 

Além de painéis, o ator irá  participar de sessões de fotos e autógrafos com os fãs.

 

Para saber mais e já garantir a sua credencial, acesse: www.ccxp.com.br.

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Christina Aguilera Feat. Demi Lovato – Fall In Line; Erros e Acertos Marcam Homeopaticamente a Volta De Aguilera ao Mainstream

Eis que finalmente está entre nós a tão falada colaboração de Christina Aguilera e Demi Lovato. A Faixa se chama Fall In Line e foi lançada hoje 16/05.

A faixa flerta com o soul na maior parte do tempo, lembrando de longe o trabalho de Aguilera em Stripped e Back to Basics. Aliás a voz de Xtina está no ponto como sempre e não envelheceu nadinha.

E nesse aspecto podemos ver a diferença entre as duas interpretes. Demi tem uma voz treinada e Christina uma voz que é um dom raro. As duas estão afinadíssimas e mandando bem, com um maior alcance de Aguilera. Porém chega num momento que a coisa descamba para uma competição de quem grita mais e mais alto, o que não necessariamente é positivo para o ouvinte e não ajuda em nada a canção.

No sentido lírico a música estaciona nos clichês já explorados a exaustão por ambas, autoafirmação, auto ajuda, auto indulgencia e por aí vai. Porém pode funcionar para elucidar a nova geração sobre empoderamento feminino.

Não é uma Can’t Hold Us Down 2.0, longe disso, mas é um pouco melhor do que as que a loira tem lançado ultimamente.

A letra é assinada por Jon Bellion.

O novo disco de Christina, titulado de ‘’ Liberation ‘’ tem previsão de lançamento ainda nesse semestre.

Confira o Lyric vídeo para Fall in Line;

 

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Kacey Musgraves – Golden Hour; A Espetacular Obra da Amazona Solitária do Country

Kacey Musgraves é uma joia rara dentro do cenário musical dos dias de hoje, não apenas no universo country, mas de uma forma geral, a texana consegue passar sentimento, critica social, apego as novas influências e isso tudo soando como uma jovem Dolly Parton / Willie Nelson.

A jovialidade, bom humor e acidez com que trata os assuntos mais diversos, embalados por composições do cancioneiro americano, dão lugar a um tom mais sério em Golden Hour, novo trabalho de inéditas de Kacey.

Bebendo, segundo a mesma, de influências como Sade, Bee Gees e Neil Young, Musgraves consegue misturar tudo isso dentro de um caldeirão country e entregar sem dúvidas um dos melhores trabalhos da década e superar seu espetacular Same Trailer Different Park de 2013.

Enquanto que em Same Trailer Different Park (2013) e Pageant Material (2015), o bom humor era um contraste interessante em relação as canções mais sentidas, em Golden Hour o tom é um pouco mais sério e o humor mais delicado.

As metáforas sobre a natureza contidas na narrativa tornam as estrofes inteligentes e ridiculamente espetaculares de lindas.

Slow Burn abre o disco com um jeito descompromissado que vai se expandindo como uma brasa aquecendo devagar o restante da lenha até que quando menos se perceba tudo está repleto de som e poesia.

Lonely Weekend segue a narrativa com a inserção dos primeiros instrumentos eletrônicos dos 70’s e início dos 80’s. O que dá a tudo um ar surpreendentemente bucólico, soando doces e despreocupados, envolvendo as cordas, percussões e a doce voz de Kacey. Música para bater o dedinho no volante quando se vai viajar.

Butterflies é o terceiro single do disco e é a faixa que mais lembra os trabalhos anteriores da moça.

A voz robótica estilo Daft Punk invade os primeiros versos de What a World, uma das melhores produções da carreira de Kacey e uma das melhores faixas country em muitos anos.

A curta Mother, é sobre uma experiencia que a texana teve com LSD, onde tudo que ela pode pensar naquele momento é a falta que faz a mãe.

A segunda parte do disco começa com Love Is a Wild Thing, que recupera o ritmo e traz uma atmosfera de entardecer ao trabalho que a partir daqui irá começar a ganhar tons mais puxados para o noturno. Uma das melhores do disco.

Kacey conta que estava em um haras olhando os cavalos próxima da cerca, quando um deles veio em sua direção em alta velocidade e ela instintivamente fechou o portão para ele não escapar e o cuidador soltou uma frase que está presente na canção e ela não conseguiu tirar da cabeça; ‘’ When a horse wants to run, ain’t no sense in closing the gate / Quando um cavalo quer correr, não faz sentido fechar o portão’’.  Assim surgiu a ideia para compor Space Cowboy. A faixa é como aquela estrela que brilha no céu ao anoitecer quando ainda há luz solar no horizonte e depois de um tempo, quando você finalmente a nota, se maravilha com o poder do universo. ‘’ You look out the window, while I look at you. Sayin’ I don’t know, Would be like saying that the sky ain’t blue / você olha pela janela, enquanto eu olho para você. Dizendo que não sei, seria como dizer que o céu não é azul ‘

A pop Happy & Sad versa sobre ansiedade e inseguranças e em como as sensações podem mudar em instantes. No mundo contemporâneo muita gente pode se identificar com a volatilidade dos sentimentos ambíguos descritos aqui.

A sexy e divertida Velvet Elvis traz um pouco de dourado brilhante a obra até então um tanto melancólica. E Wonder Woman segue puxando para cima a energia do álbum, se destacando com uma das faixas mais gostosas da carreira da moça.

E o ápice da energia resulta na brilhante High Horse, que fecha essa sessão mais pop, com uma vibe Disco/Country de primeira e uma letra deliciosamente acida. É para se sentir em um clube no interior nos anos 70, entregue a disco music dos Bee Gees, mas também preservando aquele country chic de Dolly Parton.

A faixa título do álbum deixa o ambiente a partir daqui mais intimista e confessional. Onde a texana declara todo o seu amor a alguém que tornou seu mundo interior e exterior mais vibrante. E a delicada Rainbow fecha com mérito o trabalho.

Tudo aqui respira, pulsa e vibra, as vezes devagar, as vezes mais dinamicamente veloz, mas de toda forma a obra funciona como uma ode ao amor próprio e a noção de suas limitações, e o aprendizado que isso tudo é absolutamente aceitável. ‘’ But, baby, I ain’t Wonder Woman. I don’t know how to lasso the love out of you, Don’t you know I’m only human? / Mas, querido, eu não sou a Mulher Maravilha. Eu não sei como tirar o amor de você, você não sabe que eu sou apenas humana? ‘’ Trecho de Wonder Woman.

Golden Hour é uma obra que a principio pode demorar a engatar num ouvido desatento, porém se o ouvinte se predispor a explorar o universo intimo e sonoro, pode se perder nos versos e arranjos que esbanjam refinamento e acima de tudo alma.

Não recomendado para amantes de música fast Food de rápido consumo e esgotamento. Recomendado para aqueles que apreciam se reclinar na poltrona e apreciar essa bela iguaria cheia de texturas e sabores com doses cavalares de sentimento.

 

 

Nota 10/10

Para ouvir

Slow Burn

Lonely Weekend

Oh, What a World

Love is a Wild Thing

Space Cowboy

Happy & Sad

Velvet Elvis

Wonder Woman

High Horse

 

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‘Bohemian Rhapsody’ | Assista ao trailer da cinebiografia do Queen

Após muitas controvérsias envolvendo a produção, o longa Bohemian Rhapsody ganhou seu primeiro trailer.  A cinebiografia irá retratar os últimos anos do Queen, sobre a ótica do vocalista Freddie Mercury (Rami Malek). Gwilym Lee (Brian May), Joseph Mazzello (John Deacon) e Ben Hardy (Roger Taylor) completam o elenco. Dos membros originais, Brian May e Roger Taylor trabalham como produtores executivos do filme.

Bohemian Rhapsody estreia dia 2 de novembro nos cinemas.

 

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‘Missão Impossível – Efeito Fallout’ ganha cartaz oficial

Protagonizado por Tom Cruise, Missão Impossível – Efeito Fallout é o sexto filme da franquia e traz Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe do IMF (Alec Baldwin, Simon Pegg, Ving Rhames), na companhia de aliados conhecidos (Rebecca Ferguson e Michelle Monaghan), correndo contra o tempo depois que uma missão dá errado. O filme estreia nos cinemas dia 26 de julho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além de Tom Cruise, Simon Pegg e Ving Rhames, completam o elenco Henry Cavill, Angela Basset e Vanessa Kirby.. J.J. Abrams é um dos produtores do longa.

Imagens: Divulgação/Paramount Pictures.

SINOPSE

As melhores intenções muitas vezes voltam para assombrá-lo. Em MISSÃO: IMPOSSÍVEL – EFEITO FALLOUT, Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe do IMF (Alec Baldwin, Simon Pegg, Ving Rhames), na companhia de aliados conhecidos (Rebecca Ferguson, Michelle Monaghan), estão em uma corrida contra o tempo depois que uma missão dá errado. Henry Cavill, Angela Basset e Vanessa Kirby são as novidades do elenco, com Christopher McQuarrie de volta à direção.

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Arctic Monkeys – Tranquility Base Hotel & Casino; Experimentalismo Para Acertar em Cheio A Crítica e Azedar o Publico

Saudosos tempos simples onde qualquer garoto de 15 a 17 anos circulava pelas rodinhas da escola, pracinha, festinhas, pelo Brasil e mundo afora com uma camiseta do Strokes ou do Arctic Monkeys e até mesmo do Killers se ele gostava mais de um certo glamour.

Era a era de ouro do ‘’indie’’, na era pós emocore e pré hipster. Flourescent Adolescent, Balaclava e Brianstorm tocavam a exaustão nos revolucionários ipods da garotada.

Mais de 10 anos depois temos um Arctic Monkeys com as costas surradas e vindos de uma fase revigorada com o AM de 2013, onde o publico os abraçou novamente e se tornaram uma espécie de últimos salvadores do rock dos anos 2000.

O aguardado trabalho da banda intitulado Tranquility Base Hotel & Casino, é exatamente como o título sugere, uma coletânea de músicas inspiradas em saguões de hotéis cheirando a carpete molhado, cigarros e gin. A sonoridade experimental bebe descaradamente dos anos 70, alias não só o som, mas a identidade visual dessa nova era, traz de volta a paleta de cores pasteis baseadas em vários tons de bege, amarelo e marrom sobre postos, os cortes de cabelo e roupas completam esse cenário saído direto daqueles filmes que passavam de madrugada que a gente deixava no mudo só para ter algo passando na tela.

O disco passa pelos seus 40 minutos de forma suave e sem solavancos, bem com cara de trilha sonora de lounge bar mesmo. E essa ideia de continuidade é reforçada pela conexão que a ultima faixa tem com o começo da primeira.

A critica já demonstrou extrema receptividade ao disco, rasgando elogios não só ao material, mas também a coragem da banda em lançar um projeto experimental B em formato mainstream.

A sonoridade sendo completamente diferente de seu antecessor, e até um tanto refinada demais para as massas, pode afugentar o publico que espera um som mais parecido com o AM.  Os fãs mais xiitas já devem estar comprando roupas em brechós e deixando o cavanhaque crescer. Já os fãs daquele tempo mais simples dos idos 2005 – 2008 vão torcer o nariz e esperar o novo lançamento do Muse que sai ainda esse ano ou até mesmo colocar Favourite Worst Nightmare e vida que segue.

 

 

Nota 8/10

Para ouvir; 

Star Treatment

Golden Trunks

She Looks Like Fun

Batphone

The Ultracheese

 

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